Autor: ematosinho
Gracias ao amor… – Segunda versão
Quando te conheci
Com vestido de chita
Era a mais linda
de Pero Juan Cabalero
Porque por mais que visse
Não veria mais nada
Além de você
Flor púrpura-pecado
No meu caminho
Portanto
Gracias ao amor
Não queria mais nada
Feliz que era
Com a marca de teu rouge
Feito ferida aqui no peito
O mais perverso
Dos amores
Desta ciudad
Gracias a tu
E às atrocidades
Que chamávamos de amor
Adorava tuas poucas palavras
E sobretudo quando calavas
Pois podia então não ver nada
Além do desejo que exalavas
Te quiero, dizia com fervor
E sem jeito olhando
Triste o leito a ser desfeito
E pedia que não perguntasse
E nunca me dissesse
Adios garboso cabalero
Feito em parceria com Edney Cielici Dias, Jul/1999.
Chana Rosenberg: Aquarelas
“Formada pela FAAP, tive acesso ao conhecimento de grandes profissionais como Nelson Leirner, Ricardo Ohtake e muitos outros, e tive aula de joalheria com o artista Alfonso Molineiro. Arte Aplicada, Ornamentum, A Hebraica e Central de Designers são alguns dos espaços onde participei com mostras individuais e coletivas. Atualmente tenho me dedicado à aquarela com a professora Setsuko Katayama, e com a Mina Warchavchik Hugerth tenho desenvolvido desde 2015 uma coleção de joias inspiradas nos desenhos de minha filha Nat. Participei do evento “Segredos Que São Paulo Esconde…” no Espaço Uruguay, expondo joias, e em setembro de 2018, as aquarelas na exposição “Blue & Blues”, também no Espaço Uruguay.”
Chana Rosenberg – Trabalhando com o design de joias há 40 anos, com a função de fazer sempre a mulher ser única e elegante.
Contatos:
www.instagram.com/chanarosenberg
chanarosenberg48@gmail.com
WhatsApp: (11) 9 1347-1813
Vidro variação
Gracias ao amor… – Primeira versão
Quando te conheci
não vi mais nada
Além de você
No meu caminho
No entanto
Gracias ao amor
Não quero mais nada
E sou feliz…
O mais alegre
Dos amantes
Desta cidade
Gracias a você.
E ao seu amor…
Adoro as suas palavras
E as suas calas
Não vejo nada
Além de você!
Te quiero tanto
Não me pergunte e
Nunca mais me diga
Adios
Lourdes de Deus: Riacho na fazenda e Roça
Lourdes de Deus – Autodidata, a pernambucana Lourdes de Deus nasceu em 1959. Percorreu o Brasil com seu marido e incentivador Waldomiro de Deus, um dos mais consagrados artistas populares brasileiros. Lourdes pinta com romantismo e com muitas cores o cotidiano e as manifestações folclóricas nacionais, como a festa de São João, a folia de Reis e o bumba-meu-boi. Algumas telas da artista estão expostas no Museu de Arte do Parlamento de São Paulo, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, no Museu Internacional de Arte Naïf de Quebec (Canadá) e em diversas residências no Brasil e na Europa, cujas obras foram adquiridas por turistas.
Contatos:
www.instagram.com/lourdesdedeusnaif
lourdes_dhora@hotmail.com
WhatsApp: (11) 9 3245-6345
Signos em fundo vermelho
Poemeu
Sempre linda verde vida vadia
Âmagos e ácaros
Vertem numa silhueta púrpura
No fim dos nossos dias
Abacaxis e sapos do dia a dia
Sobressaltos & cotidianidade
Tesão frustração acomodamento
Sai ou não esse arroz com feijão
Ou a grana do tubarão
A música urbana + do samba canção e
Da cuiquinha
Money grana dargeant para comer
Bucetas com champignon
E falar do coração (despedaçado) pela
Ilusão de conseguir
Na velocidade lenta e chacoalhenta
Dos dias uma emoção para (continuar a)
Viver.
Santos, 14/Set/1990.
Signos em fundo verde e laranja
Iniciação à poesia
Estou com raiva
Minha indisposição
Fico então… e fico
Esqueço; não sei de que
Forçando a memória passa um tempo
Lembro… Contudo o tédio
Estou com raiva
E fico e não.
9/Set/1981.