Gejo, O Maldito: Truta da tiragem

Nasceu em Seabra, na Bahia, em 1976, mas aos três anos mudou-se para São Paulo.

No ano de 1996 é convidado pelo diretor da escola Osvaldo Walder para dar uma oficina para os alunos. O projeto “Graffiti: impressão x expressão” durou até 1998 e motivou Gejo a seguir como arte-educador. Desde então coordenou mais de 30 workshops e oficinas de grafite, disseminando as idéias e formas de expressão que envolve a cultura do hip-hop, como a dança, a música e o fanzine.

É o idealizador do projeto do Centro Cultural Sítio do Tatu Amarelo, em Seabra (BA), que terá cursos de alfabetização de adultos, informática, biblioteca, cinemateca, oficinas de arte, além do amparo aos animais machucados e um jardim com diversos exemplares de plantas.

Fonte: Guia das Artes (guiadasartes.com.br)

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Alex dos Santos: Novas telas

Nascido em Jaboticabal em 1980, Alex vem de família humilde e manifestou seu pendor artístico desde pequeno. Seus pais foram aconselhados a colocá-lo num curso de pintura para que ele pudesse desenvolver suas aptidões artísticas. Mas Alex contrariou a todos, ao não alterar um inarredável estilo que nada tinha a ver com o padrão acadêmico proposto no aprendizado. Ele continuou a registrar em caixas de papelão, restos de encerado, tudo o que caía em suas mãos umas figuras inusitadas e uns assuntos da cabeça dele, que se assemelhavam mais ao trabalho dos grafiteiros, do que ao dos paisagistas e pintores de naturezas mortas. A agilidade prodigiosa do desenho, a autenticidade, a ausência de fórmulas, a imaginação solta, e sobretudo a coragem artística, são características do trabalho de Alex.

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Silvana dos Santos Pereira: My garden e Flowers from my garden

Silvana Marques dos Santos Pereira é uma artista brasileira residente em São Paulo, Brasil. Nasceu na Bahia, em uma família de reconhecidos artistas plásticos. Pinta desde a infância e ao longo de muitas décadas, continuando a expressar sua visão artística e inspiração.

Frequentou, em curso livre, a Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia durante 1974-1976, sendo orientada por professores da Universidade, aprofundando o estudo do retrato através da exploração de técnicas como a pintura a óleo, pastel seco e carvão vegetal. Na década de 80, aprofundou-se em arte moderna e abstrata, em São Paulo. Ao longo de anos de esforços artísticos, desenvolveu principalmente retratos dos pretos da Bahia, marca presente na cultura baiana.

Recentemente abriu outras dimensões em pinturas abstratas. Seus principais materiais são: óleo sobre canvas, pastel seco, guache, aquarela e nanquim. Pinta de forma intuitiva, autoconsciente, impulsionada por sua sensibilidade e sentimento empírico do mundo. A pintura brota de uma experiência interior.

Em 2018 trabalhou em uma série inspirada no universo e seus habitantes, trazendo luz e cor para o papel preto. Atualmente, retornou às suas origens na Bahia, com os pretos, suas expressões, olhares e bocas, suas dores, a força da sua raiz e o que agregaram à nossa civilização, bem como, o mar da Bahia, seu verde, seu sal, seu céu…

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Redescobrindo: 15 mil acessos

Nosso blog “Redescobrindo” – que completará 15 anos no ar dia 22 de agosto de 2020 – chegou hoje à marca dos 15 mil acessos. Muito legal! Ele já tem 2.420 visitantes únicos, 464 posts publicados e 124 comentários aprovados. Essa imagem acima mostra como ele aparece no Google quando buscamos por “ematosinho”. Obrigado mais uma vez pelas visitas e pelo interesse.

Abraços e voltem sempre,

Eduardo Matosinho

9 de julho: 88 anos da Revolução Constitucionalista

A nossa história mostra que em 1930 Getúlio Vargas assumiu a presidência do Brasil com amplos poderes. Sendo assim, todas as instituições legislativas foram abolidas, desde o Congresso Nacional até as Câmaras Municipais. Os governadores dos estados foram depostos e para suas funções foram nomeados interventores. Em função desses acontecimentos, em 9 de julho de 1932 explodiu no estado de São Paulo uma revolta para tentar impedir a continuação do governo provisório de Vargas, onde também exigiam uma nova Constituição e eleições presidenciais. Como represaria, tropas federais foram enviadas à São Paulo para conter a rebelião e as forças paulistas lutaram contra o exército durante três meses. Os revoltosos paulistas esperavam a adesão de outros estados, o que acaba não acontecendo e, assim, o conflito armado ficou restrito ao nosso estado. Em outubro de 32, após três meses de luta, os paulistas se rendem. Apesar da derrota paulista, dois anos depois da revolução, em 1934, uma assembleia eleita pelo povo elaboraria a uma nova Constituição para o nosso país. Em resumo, a Revolução Constitucionalista de 1932 acabou sendo o maior confronto militar no Brasil no século XX e um dos mais importantes acontecimentos políticos da história brasileira.

Na foto vemos no Clube de Campo e Balneário Diacuí, de Ourinhos, que já se chamou Clube 9 de Julho, o monumento que lembra os combatentes de 1932 e que está instalado exatamente no local onde foram as trincheiras. A frase na placa é de autoria do professor Norival Vieira da Silva. O obelisco foi idealizado durante o segundo governo do prefeito José Maria Paschoalick (1958-1959) e inaugurado pelo prefeito Antônio Luiz Ferreira (1960-1963) no dia 9 de julho de 1962. Meu tio Ângelo Silva, sócio-fundador da Diacuí, era um entusiasta da Revolução de 32, e esta homenagem foi iniciativa sua.

Clique e leia mais sobre o Clube de Campo e Balneário Diacuí: https://ematosinho.com.br/?p=8692