Mês: julho 2021
Juliana Chagas: Artes e oficinas em São Bento do Sapucaí
“Nasci e cresci em São Paulo, capital, mas em 2009 consegui realizar o sonho de morar no interior. Hoje vivo na Serra da Mantiqueira, em São Bento do Sapucaí – SP. É um lugar tranquilo e inspirador repleto de natureza: montanhas, pássaros, vegetações… Esses elementos, naturalmente, acabaram se tornando minha principal temática. O objetivo não é copiar o natural mas representá-lo, da minha maneira, com muita atenção às cores e composição como um todo. Sou formada pela faculdade de Artes Santa Marcelina e desde os tempos de estudos me encantei pelas tintas. Hoje trabalho de maneira autoral, em ateliê próprio com pintura em vários tipos de suportes: papel, madeira, cerâmica, tela e também pinturas murais. Minha principal plataforma de vendas é o Instagram.”
Juliana de Bartolo Chagas
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Marcos de Oliveira: Guerreiro místico e Madonna III
Marcus Zayit (Anteriormente Marcos de Oliveira) nasceu em Ibiaporã, Mundo Novo, BA, em 1980. Vive e trabalha em São Paulo, SP.
Artista visual, autodidata, seu interesse maior é a arte. A construção de suas primeiras obras, gira em torno do cotidiano de sua terra natal e de histórias sobre o cangaço. No início, desenha a carvão, usando as paredes de sua casa, e guache para papéis e cartolina. Suas primeiras exposições acontecem ainda em Mundo Novo, em 2001 e 2002, quando passa a utilizar telas preparadas por ele mesmo. Nesse mesmo ano é convidado a participar do I Festival de Cultura do Interior da Bahia, realizado em Salvador, onde vende suas primeiras obras.
Após passar algum tempo em Goiânia, GO, dedicando-se integralmente à pintura, em 2003, transfere-se para São Paulo, SP.
Sua obra vem mudando ao longo de sua trajetória artística; não o estilo, mas a poética, criando obras que apresentam uma dicotomia: homem e máquina, seres fantásticos, anjos e guerreiros celestiais.
Atualmente Marcos de Oliveira trabalha na série de pinturas intitulada “O portal”, em painéis de médios e grandes formatos. Essa série tem como ponto de partida os assuntos ligados a ufologia, filosofia e espiritualidade, seguindo as séries dos avistamentos e seres fantásticos.
Em 2018, recebeu o Prêmio Aquisição na II Bienal das Artes de Brasília/ DF, com a tela “O grande portal”, que faz parte da série mencionada.
Realiza diversas exposições pelo Brasil e até no exterior.
Marcos de Oliveira: Imagens e símbolos
“Com um percurso que se inicia no final dos anos 1990 ele vai revelando seu caminho e seu estilo, onde se pode aferir sua qualidade de poeta da imagem. Aliás, imagens e símbolos são as indicações de como ver/ler sua obra, na forma como expressa os valores sociais, culturais, religiosos de sua terra e de como sentir a beleza de sua pintura.”
Elvira Vernaschi – Curadora, historiadora e crítica de arte
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Fernanda Fonseca: Natureza em rosa e azul
Fotos de Fernanda Fonseca, psicanalista e admiradora da natureza.
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Crônica de Fernando Pacheco Jordão: Ossétia
Onde fica a Ossétia do Sul? E a Abkásia? Nas últimas semanas, a gente ficou sabendo que esses lugares ficam na região do Mar Báltico. Por ali os russos aproveitam seus raros dias de sol e calor. Praias de coqueiros, como as nossas, barraquinhas de água de coco? Nem pensar. São extensões de areia escura, sem graça. Se você for por lá um dia, pode acabar ficando onde se hospedava, desfilando seu próspero barrigão, um certo Josef Dugashvilli, que depois cultivaria um bigode tipo vassourão e, com o codinome de Stalin, se tornaria um dos ditadores mais sanguinários da História. Enfim, mas voltando aos nomes dos lugares, nas últimas semanas eles estiveram nas manchetes, por causa de desavenças com os vizinhos Rússia e Geórgia, agora parece que sossegadas. E a Ossétia do Norte? O que é feito dela? Claro, porque se os mapas mostram uma Ossétia do Sul, há de existir também uma do Norte – ou não? Uma injustiça se tivermos que esperar outras bombas da Rússia e da Geórgia para ficarmos sabendo.
Fernando Pacheco Jordão (1937 – 2017) faleceu em São Paulo aos 80 anos. Atuou no jornalismo desde 1957, quando iniciou sua carreira na antiga Rádio Nacional, em São Paulo. Posteriormente, trabalhou como repórter, redator e editor de diversos veículos, como O Estado de S. Paulo, TV Excelsior, BBC de Londres, TV Globo, TV Cultura de São Paulo, revistas IstoÉ e Veja. Como consultor e assessor político atuou nas campanhas dos governadores Mário Covas e Geraldo Alckmin. Dirigente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo na época do assassinato de Vladimir Herzog, Fernando escreveu o livro “Dossiê Herzog – Prisão, Tortura e Morte no Brasil”, que já está na sexta edição e constitui documento fundamental para a História do Brasil. Foi sócio-diretor da FPJ – Fato, Pesquisa e Jornalismo. Hoje é patrono do “Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão”, realizado pelo Instituto Vladimir Herzog desde 2009 e que já está em sua 13ª edição.
Chegamos a mais de 50 mil páginas visitadas, valeu!
O blog “Redescobrindo” que já está no ar há mais de 15 anos foi remodelado e em sua fase atual está completando hoje mais de 50 mil páginas visitadas. Ele já tem 581 posts publicados, 178 comentários aprovados, um total de 8.815 visitantes e 5.178 visitantes únicos. “Redescobrindo” foi o título que dei para meu livro de poesia concluído em São Paulo em agosto de 2003 e que aqui foi publicado na íntegra, juntamente com algumas pinturas de minha autoria e outros assuntos que julguei interessantes para o internauta. Acima estão as estatísticas de acesso para ilustrar.
Muito obrigado pelas visitas e por prestigiarem este blog que é feito com dedicação e carinho.
Um abraço e voltem sempre,
Eduardo Matosinho