Mês: novembro 2025
Vô batê pá tú
Falou, é isso aí malandro
Tem que se ligar aí nesse som, tá sabendo
Eu vou bate pá tu, pá tu bate pá tua patota
Vou batê pá tu bate pá tu
Pá tu batê
Vô batê pá tu, batê pá tu
Pá tu batê
Vou batê pá tu bate pá tu
Pá tu batê
Vô batê pá tu, batê pá tu
Pá tu batê
Pá amanhã a pá não me dizer
Que eu não bati pá tu
Pá tu pode batê
O caso é esse
Dizem que falam que não sei o que
Tá pá pintá ou tá pá acontecer
É papo de altas transações
Deduração
Um cara louco que dançou com tudo
Entregação com dedo de veludo
Com quem não tenho grandes ligações
Vou batê pá tu bate pá tu
Pá tu batê
Vô batê pá tu, batê pá tu
Pá tu batê
Vou batê pá tu bate pá tu
Pá tu batê
Vô batê pá tu, batê pá tu
Pá tu batê
Pá amanhã a pá não me dizer
Que eu não bati pá tu
Pá tu pode batê
O caso é esse
Dizem que falam que não sei o que
Tá pá pintá ou tá pá acontecer
É papo de altas transações
Deduração
Um cara louco que dançou com tudo
Entregação com dedo de veludo
Com quem não tenho grandes ligações
Já tá falado, malandro
Aí, tu que tem que se ligar
É isso aí, falou, cadê?
Ô, malandro, cadê? Falô!
Vou batê pá tu bate pá tu
Pá tu batê
Vô batê pá tu, batê pá tu
Pá tu batê
Vou batê pá tu bate pá tu
Pá tu batê
Vô batê pá tu, batê pá tu
Pá tu batê
Pá amanhã a pá não me dizer
Que eu não bati pá tu
Pá tu pode batê
O caso é esse
Dizem que falam que não sei o que
Tá pá pintá ou tá pá acontecer
É papo de altas transações
Deduração
Um cara louco que dançou com tudo
Entregação com dedo de veludo
Com quem não tenho grandes ligações
Vou batê pá tu bate pá tu
Pá tu batê
Vô batê pá tu, batê pá tu
Pá tu batê
Vô batê pa tu
O quê, qualé malandro?
Estou iscalizado, malandro
Eu vou bate pá tu, pá tu bate pá tua patota
O que que eu estou fazendo neste disco?
Malandro, ô, qualé?
Vou batê pá tu bate pá tu
Pá tu batê
Vô batê pá tu, batê pá tu
Pá tu batê
Vô batê pá tu
Falô! Cadê, ô malandro, cadê?
Qualé, tá me tirando do lance, ô?
Qualé? Falô! É, é isso aí, falô!
Cadê a turma do quero-quero, malandro?
Ah, aah!
Arnaud Rodrigues (Serra Talhada, Pernambuco, 6 de dezembro de 1942 — Lajeado, Tocantins, 16 de fevereiro de 2010) / Chico Anísio (Maranguape, Ceará, 12 de abril de 1931 – Rio de Janeiro, 23 de março de 2012) / Orlandivo (Itajaí, Santa Catarina, 5 de agosto de 1937 – Rio de Janeiro, 8 de fevereiro de 2017). Canção interpretada por Baiano e Os Novos Caetanos
Têmpera
Temporais
Os que enfrentam temporais e continuam
quando tudo diz que não quando falta o céu e o chão continuam
quando o pouco se reduz
e se apaga toda a luz
ainda assim
os que querem saber mais quando faltam as respostas quando as feridas expostas não se curam.
Continuam na ausência de um sinal quando o bem se confunde com o mal e as coisas se misturam.
Aqueles que continuam
e olham pra dentro sabem
que sempre chega o momento
em que as águas se abrem.
Bruna Lombardi (Rio de Janeiro, 1 de agosto de 1952)
Plastifiquei 1
Dezenove, mulher
Agora aos dezenove transbordo
Paz aos que quiserem e liberdade
aos que lutarem como eu lutei
Passei pela purgação e agora
posso dizer aos quatro cantos
que sou uma mulher feita
Cozida pela vida e pelas pessoas
amigas que me cercam como
primos – irmãos nessa jornada
Ao futuro só prometo e ao passado
brindo por ter chegado até aqui:
Mais mulher e com amor para dar
Higienópolis, 20/11/08
Pinturas de meu sobrinho querido, um talento
Ulisses Matosinho Peres de Pontes (São Paulo, 1982 – 1998), desde 14/05/2002 muito bem lembrado dando à Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental seu nome, “Ulisses Matosinho Peres de Pontes”, com sede em Ji-Paraná, município do estado de Rondônia, já passados 23 anos dessa homenagem.
A minha estrela está no oriente
Que és fonte nesta noite estrangeira
Nesta noite estrangeira,
aporto em teu leito
como quem chega de viagem
(a longa viagem da vida):
o bagaço dos músculos,
o cansaço dos séculos,
o espaço dos vínculos.
É o peso da paixão
que lança a âncora
no cais do teu ventre;
desembarco sorrateiro,
como um ladrão,
esgueiro-me nas sombras,
fujo à face da lua,
tal flauta sem som,
qual nauta sem sono.
Pulo no escuro,
feito um gato,
entre pé e areia
um abismo,
agarro-me a teus cabelos
(um salto abissal,
sem rede),
bebo um pântano sem fundo,
profundo.
Dentro de ti,
que és porto,
faz noite ainda
(o mar é mancha móvel,
teus seios, dois faróis).
A distância de léguas,
ocultas um bote
em conchas
(muito a caminhar
até os remos
de tuas pernas brancas)
Dentro de ti,
que és ilha e plana,
a mina verde
dos tesouros submersos;
e os sóis rubros
das fogueiras profanas.
Ato o massame firme
a teu travesseiro:
queimas asas de Ícaro,
derretes coração de cera.
Assim mergulho em teus lençóis
com o peito em brasa
e as mãos limpas
(lavadas dentro de ti,
que és vento e fonte).
José Nêumanne Pinto (Uiraúna, Paraíba, 18 de maio de 1951)
“Tamo junto”: Nova peça teatral na Bibli-Aspa
Bibli-Aspa e NTS apresentam:
Tropa Caramelo em “Tamo junto”!
Grupo infantil composto por alunos da Bibli-Aspa que fazem teatro, dança, música e capoeira nesse espaço.
Sábado, 6/12 às 18h00 e domingo, 7/12 às 16h00
Danielli Guerreiro – Texto e Direção (@danielliguerreiro)
Comenta Stela Oliveira Spolzino – Vice-presidente da Bibli-Aspa, onde desenvolve um lindo trabalho social em apoio a refugiados de vários países e a pessoas em situação de rua.: “… a peça das crianças das ocupações que fazem aulas na Bibli.”

Vem pro teatro! Vem pra Bibli-Aspa!
Centro Cultural Bibli-Aspa
Rua Baronesa de Itu, 639 – Santa Cecília, São Paulo – SP (Próximo ao Metrô Marechal)
Telefone: (11) 3667-6077