Dia 20/11, sábado, às 20 horas, foi apresentada com sucesso no SPAC (Clube Inglês) a peça “Festa”, com a participação de João Alexandre Matosinho, dentro do Festival ACESC.
Crédito das fotos e montagem: Milena Koronfli
Blog de Eduardo Matosinho – ematosinho@uol.com.br – WhatsApp: (11) 9 9781-4370
Dia 20/11, sábado, às 20 horas, foi apresentada com sucesso no SPAC (Clube Inglês) a peça “Festa”, com a participação de João Alexandre Matosinho, dentro do Festival ACESC.
Crédito das fotos e montagem: Milena Koronfli
Era de manhã que o trem partia. Então, por volta das 9 horas começavam as férias. Íamos, minhas irmãs, minha mãe e uma tia, para São José do Rio Pardo, um rio conhecido porque em suas margens Euclides da Cunha escreveu Os Sertões. Mas para nós, crianças, importavam eram as brincadeiras à nossa espera. A alegria começava já no trem, quando minha tia abria o cesto de vime, cheio de coisas deliciosas – os pastéis que ela tinha preparado na véspera, os croquetes de carne (acho que por isso até hoje prefiro pastéis e croquetes frios, amanhecidos). Imagino que, até o fim da viagem, eu devorava algumas dúzias, sob as advertências dos mais velhos de que aquilo não iria me fazer bem, porque eram fritura. Mas o fato é que nunca me incomodaram e, até hoje, como pastéis e croquetes imoderadamente (agora sem trem mas com chopp, talvez porque, acima de tudo, tenham o delicioso sabor de férias e transgressão). 30 dias depois, a viagem de volta era igualmente prazerosa, então com as lembranças de futebol de rua e namoricos na praça.
Fernando Pacheco Jordão (1937 – 2017) faleceu em São Paulo aos 80 anos. Atuou no jornalismo desde 1957, quando iniciou sua carreira na antiga Rádio Nacional, em São Paulo. Posteriormente, trabalhou como repórter, redator e editor de diversos veículos, como O Estado de S. Paulo, TV Excelsior, BBC de Londres, TV Globo, TV Cultura de São Paulo, revistas IstoÉ e Veja. Como consultor e assessor político atuou nas campanhas dos governadores Mário Covas e Geraldo Alckmin. Dirigente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo na época do assassinato de Vladimir Herzog, Fernando escreveu o livro “Dossiê Herzog – Prisão, Tortura e Morte no Brasil”, que já está na sétima edição e constitui documento fundamental para a História do Brasil. Foi sócio-diretor da FPJ – Fato, Pesquisa e Jornalismo. Hoje é patrono do “Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão”, realizado pelo Instituto Vladimir Herzog desde 2009 e que já está em sua 13ª edição.
NENHUM MILAGRE É PEQUENO
o rumor da chuva cindiu o silêncio
esvaneceu o calor da noite sufocada
gotas caíam do céu, aroma de vida
consistência ao pó que se arrastava
tome para ti o trivial ocorrido
não questiones, nem te acanhes:
se notas, o milagre não é pequeno
(In “Cartas da alteridade”, Selo Demônio Negro, 2020)
Sobre autor
Edney Cielici Dias, poeta devotado ao ofício da palavra, é doutor em ciência política, economista, jornalista e editor.
Selo Demônio Negro
R$ 42,90
Frete grátis para todo o Brasil
Nascido em 1944 em Caruaru-PE, reside e trabalha desde 1960 em João Pessoa. Considerado um dos maiores ceramista do país, é também pintor. Participou de dezenas de exposições individuais e coletivas em importantes galerias e museus no Brasil e no exterior – Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, João Pessoa, Brasília, Argentina, Bélgica, Chile, Colômbia, Dinamarca, Estados Unidos e Nigéria. Cria esculturas personalíssimas, com forte influência africana e do imaginário das lendas nordestinas, explorando com competência a composição figurativa de animais míticos e fantásticos. Característicos de seu trabalho são os totens, que chegam a medir 3 metros de altura. Suas peças são realizadas com o barro da própria região onde trabalha e queimadas em forno elétrico de alta temperatura. Participou do Movimento Armonial, criado por Ariano Suassuna, junto com outros artistas e intelectuais nordestinos. Miguel é autor de um magnífico painel cerâmico na fachada da sede do edifício da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba e três de seus totens decoram os jardins do Sítio Burle Marx, no Rio de Janeiro.
Contatos:
www.facebook.com/miguel.domingosdossantos
www.instagram.com/migueldossantos_
miguelddossantos1@gmail.com
WhatsApp: (83) 9 8744-5474
Marinaldo Santos nasceu em Belém do Pará, em 1961. Artista plástico e admirador da vida. É também pintor e desenhista autodidata. Em 1987 começou a realizar exposições individuais e coletivas, participando de mostras em todo o país e no exterior (Alemanha, Estados Unidos, Holanda, França). Recebeu inúmeros prêmios, entre eles o Grande Prêmio do Salão de Artes do Pará.
Contatos:
www.instagram.com/marinaldoartes
marinaldo.artes@hotmail.com
WhatsApp: (91) 9 9145 5415
marinaldoartes.wixsite.com/marinaldoartes
O blog “Redescobrindo”, que iniciou-se em 2005, alcançou a marca dos 100 mil acessos nesse mês de novembro. Viva! Ele já tem 6.863 visitantes únicos, 624 posts publicados e 192 comentários aprovados. “Redescobrindo” originalmente foi o título de meu livro de poesia aqui publicado na íntegra. Além dele tenho postado ao longo desses 16 anos algumas pinturas minhas e outras matérias variadas que julguei interessantes ao internauta. Esse painel acima mostra minha foto do início do blog e alguns trabalhos artísticos meus.
Muito obrigado pelas visitas e pelo prestígio.
Abraços e retornem sempre,
Eduardo Matosinho
“Estamos de volta!! Dia 20/11, sábado, faremos uma apresentação da peça “Festa”, no Festival ACESC. Será no clube SPAC, às 20h00. Quem quiser assistir, é só passar o nome in box (Instagram logo abaixo), que colocamos na lista de convidados.
Estamos muito felizes de poder voltar ao palco, e a presença do público é muito importante pra dividir essa alegria! Venha comemorar com a gente! 🌟🍀❤️🙏🏻”
Texto acima e direção: Profª. Danielli Guerreiro (A peça conta com a participação de João Alexandre Matosinho)
SPAC – São Paulo Athletic Club (Clube Inglês)
Rua Visconde de Ouro Preto, 119, Consolação – CEP: 01303-060 – Telefone: (11) 3217-5944
Veja mais em: www.instagram.com/pequenosgrandesatores
Carmézia Emiliano (Maloca do Japó, Normandia, Roraima, 20 de abril de 1960) é uma artista plástica brasileira contemporânea. Indígena da etnia Macuxi, é considerada uma expoente da Arte Naïf, tendo participado das edições de 2014, 2012, 2010 e 2008 da Bienal Naïfs do Brasil. Ela pinta essencialmente representações do cotidiano indígena em Roraima.
Nascida na comunidade indígena de Maloca do Japó, mudou-se para Boa Vista (Roraima) em 1990, para trabalhar como empregada doméstica. Começou a pintar de forma autodidata a partir de 1992. Em 2005, conheceu Augusto Luitgards, que se tornou seu marchand e levou suas obras a circularem pelo país, participando de exposições e recebendo premiações.
Suas obras estão participando no momento da Mostra do 31º Programa de Exposições no Centro Cultural de São Paulo, Piso Caio Graco, exposição essa que se iniciou em 6 de novembro e seu horário de visitas é das 15 às 19 horas.
A indicação dessa artista para o blog veio de Gejo, O Maldito, que já visitou a mostra e recomenda.
Luli Hunt atua há mais de 20 anos no setor artístico e cultural, trabalhando com galerias de arte, atelier de artistas, equipamentos culturais (MASP, Pinacoteca, Museu Paulista, entre outros) e em projetos culturais independentes. Sua empresa (Cidadania Corporativa) atua em diversos segmentos da produção cultural, desde a formatação de projetos para as leis de incentivo fiscal, produção integral do eventos, administração financeira e prestação de contas, atendendo clientes como Grupo Brasfanta, Bombril, Instituto Tomie Otake, Instituto de Arte Contemporânea, Museu Lasar Segall, SISEM, etc. Realiza, também, estudos e planos de marketing cultural para empresas.
Contatos:
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