Primeiro episódio da websérie “Peripécias Menopáusicas”

“Amigos,
Desejo que estejam bem e saudáveis. Tomo a liberdade de lhe encaminhar o primeiro episódio da websérie “Peripécias Menopáusicas”. Uma produção independente, em 15 episódios semanais, que aborda com humor e informação um tema que é invisibilizado e cheio de tabus: o climatério e a menopausa.
Atualmente, no Brasil, são cerca de 16 milhões de pessoas vivendo essa etapa da vida. A OMS estima que em 2030 serão cerca de 1 bilhão de pessoas na menopausa.
Curta, comente, e, principalmente, compartilhe com amigos, parentes ou pessoas que possam se interessar. Sua contribuição na divulgação é essencial para a relevância que o tema merece.
Todas as semanas teremos lives com as especialistas que participaram dessa temporada trazendo informações e esclarecendo dúvidas sobre o assunto.
Inscreva-se e venha conosco nessa corrente!
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Joca Paciello: Formado em Economia pela USP, empresário, produtor e agente cultural e sócio-diretor da empresa Black River Produções Artísticas.

Irene Koga: Novidades da série “Mãos à obra”

Irene Koga

Nascida em 1946 em Santo Antônio da Platina – PR. Artista Plástica de Ourinhos – SP e atuante junto às artes visuais.

Irene Pereira de Oliveira Koga é uma artista nata e aos 12 anos de idade já pintava seus primeiros quadros, tornando-se uma destacada artista do Impressionismo, do Expressionismo e do Abstrativismo brasileiros dos últimos tempos. Dona de uma personalidade única, uma criatividade enorme e uma boa dose de ousadia, Irene se fez grande artista. Ela também foi atriz e cantora. Possui quadros disputados internacionalmente e obras presentes nos lares de muitas personalidades, como o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, Hebe Camargo, Vânia Bastos, Neide Tomas, Ray Conniff e mais de 600 obras espalhadas pelo exterior. Suas pinturas hoje constam no dicionário Artes Plásticas Brasil e Brasil Visão Artística.

Contatos:
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Relançamento do livro de Fernando Pacheco Jordão “Dossiê Herzog: prisão, tortura e morte no Brasil”

O Instituto Vladimir Herzog (IVH) lançou no sábado (23/10), a 7ª edição do “Dossiê Herzog: prisão, tortura e morte no Brasil”. Além do texto original de Fernando Pacheco Jordão, a obra homenageia os milhares de colegas de profissão de Vlado que, em 1976, encaminharam à Justiça Militar o Manifesto “Em nome da verdade”, cobrando esclarecimentos sobre as circunstâncias da morte de Herzog, forjada pelos agentes da ditadura.

O livro traz ainda relatos de jornalistas que não puderam assinar o Manifesto à época, pois estavam presos ou sendo perseguidos. Trata-se, portanto, da publicação mais completa sobre o Caso Herzog, o que a torna um símbolo para a luta pelos direitos humanos e fortalecimento da democracia brasileira.

O evento de lançamento foi realizado em São Paulo na Praça Vladimir Herzog, Bela Vista, a partir das 10h30.

Rogério Pacheco Jordão, filho de Fernando, relatou que o evento foi muito legal. Esteve presente uma escola municipal de nome “Vladimir Herzog” com cerca de 50 alunos. Foi muito bacana, “foi uma aula a céu aberto”, como disse a diretora da escola. O vereador Eduardo Matarazzo Suplicy (3ª foto) esteve presente e fez um discurso. Compareceram uma centena de pessoas. Essa reedição foi feita pelo jornalista Mauro Malin, que atualiza o livro original de 1979, retomando histórias daquele período, acrescentando notas. Disse também que se em 1979 esse livro tinha o valor de reportagem agora ele se torna um livro de história, paradidático, sobre a história recente do Brasil.

Veja mais em:
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Valdir Ricardo: Pinturas abstratas

Valdir Ricardo Francisco, é natural de São José dos quatro Marcos (MT). Morava com sua mãe e seu padrasto na zona rural. Aos 8 anos de idade foi deixado em um orfanato na cidade de Cáceres-MT, no ano de 1989 foi transferido para outro orfanato na mesma cidade, onde teve acesso a várias denominações artísticas, mediante seus conhecimentos pela arte se apaixonou por artes plásticas, e acredita que a arte é transformadora, pois aquele pequeno jovem desacreditado e julgado pela sociedade como um perdido, ou mais um sem futuro, se apoiou aos ensinamentos da arte, vencendo o pré-conceito, a tristeza e até mesmo a ausência de seus pais, tornando um cidadão com olhar visionário, para a transformação da arte e cultura de uma sociedade com perspectiva de vida. hoje é artista plástico, arte-educador. Licenciatura em artes visuais, pela Unar Araras (SP) e geografia pela UNEMAT Cáceres (MT), especialização em educação para jovens e adultos (EJA). Atualmente é professor da educação básica na disciplina de arte, Seduc, na escola São Luiz em Cáceres-MT.

Contatos:
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WhatsApp: (65) 9 9813-0721

José Prado Neto: desenhos

“Sou José Prado, artista visual, arquiteto e psicanalista.

Paulistano por adoção, natural de Bebedouro/ SP, vivendo em São Paulo desde 1968. Iniciei meus estudos superiores na Escola Politécnica de São Paulo, mas me transferir para a FAU/ USP onde me formei arquiteto urbanista em 1976. Foi na Faculdade de Arquitetura que tive minha formação em artes visuais como os artistas/ professores Flávio Motta, Renina Katz, Flávio Império, entre outros.

Depois como professor de arquitetura ensinei desenho no laboratório de linguagem arquitetônica da FAU/ USJT.

Minha fruição da arte e contato com os grandes mestres iniciou-se no MASP Museu de Arte de São Paulo, onde eu fiz um curso de história da arte. E depois na Pinacoteca de São Paulo, onde dei aula arquitetura, na faculdade da Belas Artes, então ali localizada, por muitos anos.

Posteriormente em viagens internacionais tive oportunidade de ampliar meu repertório de arte, em estudos e observações em importantes museus da Europa, especialmente no Museu do Louvre e no Museu de Orsay, onde encontrei meu grande mestre: Henri Matisse, que fortemente me influenciou com seu desenho livre e suas cores forte e exuberantes.

Foi a pandemia com os seus isolamentos compulsórios e os atendimentos remotos de meus analisandos, que me predispôs a produção artística, primeiro com a utilização de pincéis hidrográficos e posteriormente com a técnica digital.

Meus trabalhos atuais são desenhos digitais desenvolvidos no programa PicCollage, buscando uma expressão gestual, tendo como base visual os grafites urbanos.

Utilizando em sua execução uma paleta de cores fortes, de luminosidade tropical, em linhas e planos sobrepostos.

Que para mim resultam composições expressionistas de grande carga simbólica.”

José Prado Neto – Artista, arquiteto, urbanista, contista e psicanalista

Contatos:
www.instagram.com/josepradoneto
WhatsApp: (11) 9 9846-0868

Antonio Prado: Ipê em São Paulo, Parque da Água Branca e Masp

Antonio José Corrêa do Prado nasceu em Bebedouro – SP e é economista (FEA-USP) e um pouco sociólogo, porque estudou três anos de sociologia (FFLCH-USP). É mestre e doutor em economia pelo Instituto de Economia da UNICAMP e foi professor da PUC-SP. Trabalhou por 23 anos no Dieese. Atuou também na Cepal-Chile. Trabalhou também na FAO em Roma, Itália. Atualmente reside em São Paulo.

Contato:
www.facebook.com/tonjose.prado

César Barreto: grande mestre

No Dia do Professor que se comemora nesse 15 de outubro gostaria de fazer uma homenagem ao saudoso e grande mestre César Barreto. Ele me deu aulas de história no Colégio Palmares de 1980 a 1982 e no cursinho CPV, preparatório para o vestibular da Fundação Getúlio Vargas (FGV), em 1983. Assisti também a uma brilhante palestra sua sobre o Holocausto no Museu de Arte de São Paulo (Masp). Ele tinha um conhecimento profundo sobre a matéria que ministrava e suas aulas eram divertidas e dinâmicas. Ele morava em meu bairro (Higienópolis) e, um pouco antes de sua morte, presenciei uma cena dele na rua, com uma sacola sortida, distribuindo alimentos aos moradores de rua e aos pássaros.

Viva o Dia dos Professores aos quais agradecemos ao que somos hoje!

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.

E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía.

Luís Vaz de Camões (Lisboa [?], Portugal, c.?  1524 – Lisboa, Portugal, 10 de junho de 1579 ou 1580), foi um poeta e soldado português, considerado o maior escritor do período do Classicismo

Poema enviado por WhatsApp pelo amigo e poeta Edney Cielici Dias que comenta: “Que coisa linda, vale lembrar o Luís Vaz de Camões”.