Márcio Alcântara: Associação dos Pintores com a Boca e os Pés (APBP)

Márcio Alcântara

“Olá, me chamo Márcio Alcântara. Sou tetraplégico com lesão na coluna cervical c5 e c6 desde 19 de julho de 1993. Sofri um acidente de moto aos 21 anos de idade, ao sair de uma festa. Depois do acidente tive que aprender na dor que a falta dos movimentos acabaria de vez com minha vida ou mudaria com novos sonhos. Então resolvi sonhar novamente, e assim a arte surgiu na minha vida em 2013 com a pintura com a boca.”

Estilo de pintura: Com a boca
Técnica: Óleo

APBP Brasil
Arte
A APBP é parte de uma associação internacional de artistas que, devido à sua deficiência física, pintam belas obras de arte com a boca ou os pés.

Contatos:
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Placas de rua em homenagem aos meus pais em “Fotos de Ourinhos (museu virtual)”

Hoje meu primo materno Marco Aurélio da Silva mostrou em mensagem de WhatsApp que pelo Facebook minha prima paterna Maraci Peck Mattosinho havia postado pela manhã no grupo “Fotos de Ourinhos (museu virtual)” uma foto da placa da rua de meu pai (Edmundo de Oliveira Matosinho). Sabendo disso, minha esposa Luiza Maria da Silva Matosinho respondeu na mesma postagem dizendo “Fotos das placas em homenagem à minha sogra (acima) e ao meu sogro (abaixo)…” No caso, a primeira foto acima se refere à rua em homenagem a minha mãe Maria do Carmo Ferreira Matosinho.

Isso tudo surgiu da ideia do ourinhense Reginaldo Pereira Góis, administrador do grupo e especialista em história antiga , que sugeriu que “Se algum parente seu, já falecido, deu nome a alguma rua em Ourinhos, poste a foto dele com o nome da respectiva rua para conhecermos e vermos quem são estes ilustres moradores. Se colocarem a foto do homenageado em questão junto com o comentário, acrescentará em muito à publicação.”

Fotos de Ourinhos (museu virtual) – Grupo Público com 29,3 mil membros

Leia mais em : https://www.facebook.com/groups/297199200451007

Ryan Hyrz: Seu trabalho na Sérgio Gonçalves Galeria

Ryan Hyrz nasceu na cidade de Asken, Noruega. Apaixonado por cores e texturas, o artista iniciou na arte da pintura explorando a fluidez da tinta diluída. Fez pequenas exposições locais em sua terra natal, mas interrompeu os trabalhos ao se mudar para Nova York. Lá, apaixonou-se pela amplitude e variedade de obras, pela facilidade de aquisição de materiais e resolveu aprofundar-se nos estudos da arte. Desenvolveu sua técnica precisa que exprime na tela todo o potencial que as tintas e pigmentos contém. Seus trabalhos, outrora feitos apenas com as tintas acrílicas e pigmentos naturais, são acrescidos de matéria como carvão e os cimentos tingidos, criando uma linguagem própria de aquarela sobre canvas. Ryan é apaixonado por música, que acompanha todo o seu processo criativo. O artista chega a dizer que sua arte está em materializar em suas obras os sentimos trazidos pelo que ouve. E não é por outra razão que suas obras tem sempre o nome de músicas, na maioria das vezes clássicas/ óperas/ jazz, que impactaram o processo criativo das obras. Ryan, plagiando John Updike, afirma que para ele o que a arte oferece é espaço. Um certo local de respiro para o espírito. Ryan participa de mostras de sucesso, assim como de feiras de arte que ocorrem no Brasil e no exterior.

Ryan Hyrz é representado no Brasil pela Sérgio Gonçalves Galeria desde sua chegada no país em março de 2018 e já tem chamado a atenção do mercado com suas obras em que explora toda a fluidez das tintas e pigmentos, inspirado pelos tons e movimentos da música erudita, que dão títulos às suas obras e que sempre impactaram seu processo criativo.

Contatos:
www.instagram.com/ryanhyrz
www.instagram.com/sergiogoncalvesgaleria
ryanhyrz@gmail.com
https://www.sergiogoncalvesgaleria.com/ryan-hyrz

Rosário Carvalho: Nordestina que fez parte do movimento “Terra de Caruaru”

Acima as obras “A chegada de Lampião e Maria Bonita no céu” e “Personagens nordestinas”

Natural de Arcoverde Pernambuco, Rosário Fátima Carvalho reside atualmente em Caruaru, cidade em que solidificou seu trabalho artístico. A originalidade de suas pinturas e obras se destacam por pinceladas gestuais ricas de expressões e colorido intenso. Sua vivência com os movimentos socioculturais influenciou toda sua obra na qual os valores humanos e culturais, os folguedos e a fé do homem simples em seu cotidiano são destaques.

Especializou-se na arte do barro, produzindo inúmeras peças, tendo reconhecimento na Índia, onde participou de uma exposição. Autodidata, participou também de quatro salões de artes da Feneart em Recife, como também de vários salões de artes do Rotary, com exposições coletivas e individuais em seu currículo artístico.

Artista completa, participou de várias exposições com telas, no movimento que se intitulou ”Terra de Caruaru” no galpão das artes, logo da sua inauguração onde também atuou como auxiliar na montagem das exposições e na monitoria das mesmas.

Possuindo obras em vários estados do Brasil, como também em diversos países como Argentina, Alemanha e Índia. Desde 1990 vem construindo formas e imagens que revelam uma concepção estética de poética relevante. Nos últimos anos participou de cursos de aperfeiçoamento na cerâmica como vitrificação, em Curitiba, workshops de arte barroca, construção de fornos a gás de alta temperatura.

Contatos:
www.instagram.com/rosariofatimacarvalho
WhatsApp: (87) 9 9636-4357
rosario.carvalho100@gmail.com

André Art: Artista plástico e escultor da Ilha de Marajó, Pará

“Oi, meu nome é Carlos André Fagundes dos Santos. Eu sou artista plástico e escultor. Inclusive eu já fiz uma mini exposição aqui em Belém. E eu tenho também um vídeo de uma entrevista (https://www.youtube.com/watch?v=aYkY3dedia4). E eu sou daqui de Ponta de Pedras, Município na Ilha de Marajó, Pará.

Nasci na cidade de Anajás, no Marajó. Depois com 5 anos de idade vim pra Ponta de Pedras e em Ponta de Pedras eu me criei. Depois dos 7 anos comecei a desenhar em papel, montava objetos como miriti, pedaços de madeiras, barro e outras coisas. Imaginava as coisas de outra forma. Estudei até a sexta série mas o meu foco mesmo era o desenho no caderno, que ficava cheio de desenhos.

Com nove anos eu já trabalhava com meu pai na roça. Mas depois algum tempo eu resolvi sair desse trabalho. Mas como não tinha outro trabalho resolvi vender chope. Passei um bom tempo vendendo chope, até com 12 anos. A situação era difícil naquela época mas resolvi partir pra outro trabalho mas ainda não dava pra mim viver de desenho, sempre desenhando em papel .

Com 14 anos um amigo me chamou para trabalhar no comércio foi aí que eu aceitei a proposta. Comecei a trabalhar em comércio. Passei algum tempo mas ainda não era o que eu queria. Depois fui pra Belém com 15 anos de idade e comecei a trabalhar em Belém como lavador de carro. Passei um ano trabalhando lá.

Depois voltei pra Ponta de Pedras em 1998, só que ainda não tinha trabalho. Foi aí que continuei a desenhar e conheci um senhor chamado Ismaelino Ferreira. Ele tinha uma oficina lá. Ele trabalhava esculpindo madeira. Foi aí que eu comecei a trabalhar com ele. Em talhado e esculpindo. Trabalhei com ele algum tempo.

Depois conheci um senhor chamado Manoel Araújo. Era época de eleição, ano de 2000. Foi quando ele me chamou para pintar uns muros, pintando letras. E além disso todos os trabalhos de letras e desenhos eu fazia pra ele.

E depois de um tempo, porque eu não pintava uns quadros e colocava lá, foi aí que eu comecei a pintar uns quadros e colocar lá e daí as pessoas começaram a comprar. Depois fiz uma exposição no trapiche municipal e participei de concursos de pinturas.

Foi aí que apareceu um amigo chamado Samuel Costa, escritor, e aí ele comprou uns quadros e levou pra uma amiga e ela resolveu fazer uma exposição em Belém. E que teve essa entrevista pela TV Cultura e depois também foi feita essa outra entrevista aqui em Ponta de Pedras pela prefeitura.

Pois é isso: aqui estou sempre produzindo meus quadros.”

André Art

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