Goca Moreno: Desenhos da coleção “Circo para Malu” – 3ª temporada

Goca Moreno

Escultor e pintor baiano de Ilhéus que mantém o Espaço Goca Moreno. Estudou na instituição de ensino Escola de Belas Artes – UFBA.

“Nascido e criado na cidade baiana de Ilhéus em uma família de artistas, Jorge Octavio Alves Moreno Filho cultivou um sonho desde menino: mostrar sua obra para o maior número possível de pessoas e ser admirado por elas. Aos 61 anos, usando o nome de Goca Moreno, se tornou um dos artistas plásticos mais produtivos do Brasil.

Ele começou como gravador ainda na adolescência, criando xilogravuras. Foi incentivado a se mudar para Salvador e estudar com o escultor e pintor Mário Cravo Júnior (1923-2018), de quem se tornou discípulo. “Mário virou minha maior referência”, afirma Moreno à Istoé. “Com ele aprendi técnicas de escultura com sucata e até pintura. Mantivemos a amizade e uma parceria até poucos dias atrás, quando se foi.” Com Cravo Júnior, aprendeu a dominar várias técnicas, com igual talento, e a elaborar novas linguagens. Em 1986, voltou a Ilhéus com um diploma em Artes pela Universidade da Bahia, casou-se com Dida Moreno e se estabeleceu com uma galeria.

Goca supõe que sua obra tenha chegado a 10 mil peças — gravuras, esculturas, desenhos, telas e pinturas digitais — embora não tenha organizado um catálogo. Além disso, associou sua vasta produção e seu nome a um local específico. Assim se converteu no logotipo de Ilhéus, a terra do escritor Jorge Amado e cenário de suas histórias mais famosas.”

Trecho escrito por Luís Antônio Giron dentro do artigo de revista intitulado “O mundo de Goca Moreno”

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Não perca a nova peça teatral de João Alexandre

O artista morre no final

🎭🙏🏻🍀🖤

“A família Alberman está em luto. Ninguém imagina quem possa ter interrompido vida e carreira de uma pessoa tão bacana, talentosa e inofensiva. O público é convidado a testemunhar a investigação, e tentar, junto ao detetive Pascoal, desvendar o mistério envolvendo esse crime silencioso e aparentemente sem pistas. Os suspeitos? Todos, inclusive você!”

Danielli Guerreiro – Diretora

#teatro #teatrosp #ciapga #pequenosgrandesatores #teatroadolescente #bibliaspa #suspense #comédia #oartistamorrenofinal

Bibli-Aspa
Rua Baronesa de Itu, 639 – Santa Cecília, São Paulo – SP (Próximo ao Metrô Marechal)
Telefone: (11) 3667-6077

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Valdir Ricardo: Obras abstratas produzidas recentemente

Valdir Ricardo Francisco, é natural de São José dos quatro Marcos (MT). Morava com sua mãe e seu padrasto na zona rural. Aos 8 anos de idade foi deixado em um orfanato na cidade de Cáceres-MT, no ano de 1989 foi transferido para outro orfanato na mesma cidade, onde teve acesso a várias denominações artísticas, mediante seus conhecimentos pela arte se apaixonou por artes plásticas, e acredita que a arte é transformadora, pois aquele pequeno jovem desacreditado e julgado pela sociedade como um perdido, ou mais um sem futuro, se apoiou aos ensinamentos da arte, vencendo o pré-conceito, a tristeza e até mesmo a ausência de seus pais, tornando um cidadão com olhar visionário, para a transformação da arte e cultura de uma sociedade com perspectiva de vida. hoje é artista plástico, arte-educador. Licenciatura em artes visuais, pela Unar Araras (SP) e geografia pela UNEMAT Cáceres (MT), especialização em educação para jovens e adultos (EJA). Atualmente é professor da educação básica na disciplina de arte, Seduc, na escola São Luiz em Cáceres-MT.

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Leonardo Almeida: Charles, BMW 1970 e Autorretrato

Leonardo Almeida – Designer e diretor de arte: Fundador da L2A Design. Formado em Desenho Industrial com habilitação em Programação Visual, atuando nas áreas de Direção de Arte, UX Design, UI Design, Design de Marcas, Fotografia, Ilustração e Design Gráfico.

✍🏼 Artista Multidisciplinar
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Joca Paciello (Série “Lisboa”): Linhas, Elevador de Santa Justa e Exposição “Archipelago Hervê di Rosa”, Museu Maat

Fotos tiradas por Joca Paciello: Formado em Economia pela USP, empresário, produtor e agente cultural e sócio-diretor da empresa Black River Produções Artísticas.

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Herê Fonseca: Sua arte

Herê Fonseca vive e trabalha em Diamantina, MG. Nasceu em 1975, em Alfenas, MG, morou em Sorocaba, SP; em Cuiabá, MT; no Rio de Janeiro, RJ; em Vitória, ES e em Piracicaba, SP. Trabalhou no atelier do pai, Tião Fonseca, com esculturas e diversas técnicas em artes plásticas. Tem curso superior em Artes Plásticas, com licenciatura em Educação Artística, Tatuí, SP. Realizou vários cursos de aperfeiçoamento em Artes Visuais entre eles Arte e Cidade na Universitat Politecnica da Catalunya, Barcelona, Espanha, em 2006 e O exercício e a Compreensão das Artes Plásticas Contemporâneas na Pinacoteca Miguel Dutra, Piracicaba, SP, em 2007.
Foi selecionado e catalogado pelo Mapa Cultural Paulista expondo na Sala São Paulo da Estação Julio Prestes com a obra “Defesa”. Selecionado pelo 6º Salão de artes plásticas de Cerquilho, SP, na modalidade pintura.
Entre as exposições individuais estão: Fragmentos, traços e cacos em composição, 2018, Pátio Cianê, Sorocaba, SP; Combinatórias, 2017, Hall da Câmara Municipal de Sorocaba; Combinatórias, 2016, Galeria do Palacete Scarpa, Musicarte no hall do Teatro da UFMT, 2015; Cubo Negro no MACP e Pavilhão das Artes em Cuiabá, 2011, curadoria de Ludmila Brandão; Trilhas dos traços, no MISC, Cuiabá MT, 2010; Esculturas em Movimento na Casa de Cultura da América Latina em Brasília, DF, 2009; Oscilações no Sesc Arsenal em Cuiabá, MT, 2009; Exposição de máscaras no Atelier Herê Fonseca em Piracicaba, SP, 2008; Aéreas, na Galeria Unimep, Piracicaba, SP, 2005; Espaço aquário em Votorantim, SP, 2003; Garatujas ao vento na Casa do Povoador, Centro Cultural da Rua do Porto em Piracicaba, SP, 2001, Ensaios, na Galeria UNIMEP, 1998.
Realizou várias exposições coletivas entre elas: O que é que a cidade tem? curadoria de José Serafim Bertoloto em 2015; Percurso no MACP curadoria de Aline Figueiredo em 2014; In Dios sincronias no MACP Cuiabá, MT , 2013; Mostra de Arte Contemporânea Pavilhão das Artes Cuiabá, MT, 2012; Panorama das Artes mato-grossenses, PAM, 2012, Circuito Cultural Setembro Freire, Pavilhão das Artes, Cuiabá, MT, 2010; Mostra de Arte Contemporânea no Engenho Central, Piracicaba, SP, 2004; Fragmentos e Segmentos da Arte Contemporânea, Galeria do Teatro Losso Neto, Piracicaba, SP, 2000.
Entre as cenografias estão a do curta-metragem Bolhas de Sabão desmancham no ar e Licor de Pequi de Marithe Azevedo. Trabalha com esculturas aéreas em movimento, esculturas estáveis, tempera sobre papel, acrílico sobre tela, murais, esculturas em argila, máscaras, empapelamentos, pinturas em seda, objetos. De 2009 a 2015 participou de intervenções/poéticas urbanas na cidade de Cuiabá com o coletivo à deriva, prêmio Salão Jovem Arte de 2012 com a instalação Cidade Reinventada.

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Leonardo Santiago: Duas imagens do mar

“E aí, tudo jóia? Que tal dar um presente diferente pra quem você gosta? E um presente pra você mesmo? E um presente pra sua mamãe, no dia das mães? Olha que legal essas impressões das telas que pintei! Tem com moldura e sem moldura, em tamanho de folha A4 (29,7 cm x 21,0 cm). Se você gostar de outra imagem no Instagram (veja abaixo), e desejar ter a tela ou a impressão da tela, é só me falar! Ah, se você gostou, peço a sua ajuda pra divulgar o meu trabalho com a pintura. Muito obrigado.

  • Impressão tamanho A4 com moldura – R$50,00
  • Impressão tamanho A4 sem moldura – R$ 30,00

Envio para todo o Brasil. A taxa de correio é à parte e é calculada conforme o preço dos correios.”

Leonardo Santiago

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Luiz Tananduba: Nascimento de Cristo e O pescador

Luiz Tananduba nasceu em 12 de agosto de 1972 na cidade de Caiçara, interior da Paraíba. Começou a pintar em 1985, com orientação do artista plástico Alexandre Filho, seu pai adotivo, com quem desenvolveu uma pintura de forte expressividade, estruturando uma temática com expressão para o homem do campo.

Ele é um grande exemplo de arte intrínseca. Seu dom corre em suas veias; e sua forma, de ver e narrar o mundo, transborda os limites de suas telas. Sua longínqua carreira teve início quando ele ainda era uma criança. Aos dez anos já tinha a vontade, aos quinze teve a certeza. Com dezoito anos, a primeira exposição: “Paixão de Cristo em outdoor”, que movimentou o Parque Sólon de Lucena no início dos anos 90. Premiado, o artista plástico de 50 anos acumula prêmios e exposições. Desde 1985 assina as suas obras, sendo o ano de 1991 o início de sua coroação, pois no mesmo ano, veio o seu primeiro salão e consequentemente o seu primeiro prêmio – ambos na quinta edição do SAMAP (Salão Municipal de Artes Plásticas). No ano seguinte, no mesmo evento, uma bancada com grandes nomes das artes plásticas brasileiras (Heitor Reis, Chico Liberato e Raul Córdula, por exemplo), o premiou com o título de artista do ano, em 1992. Integrante de cinquenta e duas exposições coletivas, também foi premiado na Bienal de Pequenos Formatos do SESC, em 2010. Além disso, foi escolhido para ilustrar a capa do livro “Tribulaciones de una hormiga” (2013), da autora argentina Maria Isabel Saavedra.

Seu nome e sua obra serviram de fonte e inspiração para o livro “Arte popular brasileira” (2009), o resultado de uma parceria entre Editora Decor e o Ministério da Cultura. Outra edição do livro está prevista para ser lançada no próximo ano. Dar as informações, os dados da carreira etc. são uma parte da ação. Compreender a profundidade do trabalho de Luiz Tananduba vai muito mais a fundo, pois, a Arte naïf, a qual emprega, traz alma e vida em cores e traços. Sua essência está ali, bem aos nossos olhos. A simbologia de cada quadro e sua representação semiótica vão diretamente ao choque, da vida e do verdadeiro eu. Sua forma de ver e narrar o mundo, encantam. Esse é Tananduba, um poeta nas palavras e um gênio na pintura.

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O chão estéril das certezas: uma tradução livre de Yehuda Amichai por Edney Cielici Dias

No terreno das certezas

Do terreno das certezas
não nos chegarão flores
na Primavera

O terreno das certezas
é batido e pisado
como um pátio

E apenas dúvidas e amores
revolvem esse solo
como toupeira, como arado

Assim será ouvido um murmúrio
onde havia uma casa
arrasada

Yehuda Amichai (Würzburg – Alemanha de Weimar, 1924 – Jerusalém – Israel, 2000) é o poeta israelense mais celebrado do século 20. Ele se alinha a intelectuais politicamente ativos em prol do pluralismo e da paz no Oriente Médio, como o escritor Amos Oz (1939-2018). A tradução acima se valeu de alguma liberdade para bem recriar a forte carga poética e filosófica do poema. Ela se baseia nas versões para o inglês, de Chana Bloch e Stephen Mitchell, e na para o português, de Moacir Amâncio.

Traduzida por Edney Cielici Dias, poeta devotado ao ofício da palavra, é doutor em ciência política, economista, jornalista, editor e autor do livro “Cartas da alteridade” (it.ly/4oqZ1bI).

Foto de Levi Meir Clancy (Unplash) tratada por Nii.