Bahia – A cidade do folclore

Autor: ematosinho

Eduardo Matosinho tem 61 anos, nasceu em Ourinhos - SP em 1964 e é economista e sociólogo com bacharelados pela Universidade de São Paulo (USP). É casado com Luiza Maria da Silva Matosinho e com ela tem um filho de nome João Alexandre da Silva Matosinho. Mora em São Paulo e trabalha na Galeria Pontes, dedicada à arte popular brasileira contemporânea (https://www.galeriapontes.com.br/), onde já está há 19 anos. Sempre apreciou pintar e pesquisar sobre a história da arte e seus artistas. Começou a estudar artes plásticas em sua juventude vivida em sua cidade natal com o professor Francisco Claudio Granja (1976-1978). Em São Paulo estudou desenho e pintura em cursos ministrados em um Ateliê Livre por Valdir Sarubbi (1980–1983 e 1998–2000) e pintura com Selma Daffrè (2000-2003).

Um comentário em “Bahia – A cidade do folclore”

  1. 22 de agosto / Dia do Folclore: No dia de hoje ele é comemorado e celebramos, com isso, a cultura popular, as lendas, as danças e as tradições do Brasil. A data homenageia a criação da palavra “folklore” em 1846 pelo pesquisador William John Thoms e foi oficializada no país em agosto de 1965 através do Decreto nº 56.747 para proteger nossa memória cultural. O termo veio do inglês: folk (povo) + lore (saber). Seus principais personagens e lendas tupiniquins são o Saci-Pererê, o Curupira, a Iara (Mãe d’água), o Boto Cor-de-Rosa, a Mula sem Cabeça e o Boitatá.

    Vivas especiais à Câmara Cascudo e à Mário de Andrade!

    Luís da Câmara Cascudo (Natal, 30 de dezembro de 1898 – 30 de julho de 1986) foi um historiador, sociólogo, musicólogo, antropólogo, etnógrafo, folclorista, poeta, cronista, professor, advogado, jornalista e escritor brasileiro. Passou toda a sua vida em Natal e dedicou-se ao estudo do folclore e da cultura brasileira. Deixou obra volumosa e de grande relevância, em particular sobre história, folclore e cultura popular. Recebeu o Prêmio Machado de Assis pela Academia Brasileira de Letras, em 1956, pelo conjunto de sua obra.

    Mário de Andrade (São Paulo, 9 de outubro de 1893 – 25 de fevereiro de 1945) foi um poeta, contista, cronista, romancista, musicólogo, historiador de arte, crítico e fotógrafo brasileiro. Um dos fundadores do modernismo no país, ele praticamente criou a poesia brasileira moderna com a publicação de sua “Pauliceia desvairada”, em 1922. Depois de trabalhar como professor de música e colunista de jornal, publicou seu grande romance, “Macunaíma”, em 1928. Fez importantes trabalhos sobre música folclórica brasileira, poesia e outras temáticas e também foi o diretor fundador do Departamento de Cultura de São Paulo, formalizando um papel que exercia há muito tempo como catalisador da entrada da cidade – e da nação – na modernidade artística de nosso pais.

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