Quem sou eu?

Quem sou eu?
Continuo sendo uma pessoa sonhadora, mas não só sonho como procuro que ele se torne realidade. E se não conseguir está tudo bem.

Quem sou eu?
Alguém que agora está ajudando a si mesma. Para que possa ajudar outras pessoas mais.

Quem sou eu?
Alguém que não dá tanta importância no fato dos outros não acreditarem nela. Porque se se importar demais se tornará escrava deles. E também que ela mesma acredita em si. Porque acredita que se todos os políticos falharem o Brasil terá jeito porque ela existe.

Quem sou eu?
Alguém que ainda chora, mas não mais para perdoar porque mágoas não há mais no seu coração. E é alguém que preza pelo que faz e ama seus alunos.

Quem sou eu?
Alguém que gosta na medida certa e que sabe que este gostar não vai prejudicar a si e os outros.

Quem sou eu?
Alguém que na medida certa confia, mesmo muitas vezes se decepcionando com alguém, mas prefere confiar nas pessoas do que ser infeliz para o resto da vida.

Quem sou eu?
Alguém que ainda possa dizer que seja tão segura, mas entende que a insegurança faz parte às vezes e não precisa falar tudo que sente e sim deixar que o outro se expresse.

Quem sou eu?
Alguém que aos poucos procura falar de si e busca o real da vida com base em estudos sobre se conhecer e trabalhando para gerar frutos.

Quem sou eu?
Alguém que aos poucos sai de uma confusão, dando continuidade a vida e se inspirando em pessoas sem precisar lutar e sem mais esforço e sim persistindo para se tornar o mais adulta possível.

Hoje brindo com uma taça de champagne ao presente que me levará ao futuro.

(Reescrito para os dias atuais uma poesia minha de 2004)

Luiza Matosinho – Pedagoga formada pela PUC-SP em 2007 e professora na educação infantil da Faces Ensino Bilíngue.

Painel com a apresentação da Cia. Teatral Pequenos Grandes Atores no SPAC: Peça “Festa”

Dia 20/11, sábado, às 20 horas, foi apresentada com sucesso no SPAC (Clube Inglês) a peça “Festa”, com a participação de João Alexandre Matosinho, dentro do Festival ACESC.

Crédito das fotos e montagem: Milena Koronfli

www.instagram.com/pequenosgrandesatores

Crônica de Fernando Pacheco Jordão: Sabor de férias e transgressão

Era de manhã que o trem partia. Então, por volta das 9 horas começavam as férias. Íamos, minhas irmãs, minha mãe e uma tia, para São José do Rio Pardo, um rio conhecido porque em suas margens Euclides da Cunha escreveu Os Sertões. Mas para nós, crianças, importavam eram as brincadeiras à nossa espera. A alegria começava já no trem, quando minha tia abria o cesto de vime, cheio de coisas deliciosas – os pastéis que ela tinha preparado na véspera, os croquetes de carne (acho que por isso até hoje prefiro pastéis e croquetes frios, amanhecidos). Imagino que, até o fim da viagem, eu devorava algumas dúzias, sob as advertências dos mais velhos de que aquilo não iria me fazer bem, porque eram fritura. Mas o fato é que nunca me incomodaram e, até hoje, como pastéis e croquetes imoderadamente (agora sem trem mas com chopp, talvez porque, acima de tudo, tenham o delicioso sabor de férias e transgressão). 30 dias depois, a viagem de volta era igualmente prazerosa, então com as lembranças de futebol de rua e namoricos na praça.

Fernando Pacheco Jordão (1937 – 2017) faleceu em São Paulo aos 80 anos. Atuou no jornalismo desde 1957, quando iniciou sua carreira na antiga Rádio Nacional, em São Paulo. Posteriormente, trabalhou como repórter, redator e editor de diversos veículos, como O Estado de S. Paulo, TV Excelsior, BBC de Londres, TV Globo, TV Cultura de São Paulo, revistas IstoÉ e Veja. Como consultor e assessor político atuou nas campanhas dos governadores Mário Covas e Geraldo Alckmin. Dirigente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo na época do assassinato de Vladimir Herzog, Fernando escreveu o livro “Dossiê Herzog – Prisão, Tortura e Morte no Brasil”, que já está na sétima edição e constitui documento fundamental para a História do Brasil. Foi sócio-diretor da FPJ – Fato, Pesquisa e Jornalismo. Hoje é patrono do “Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão”, realizado pelo Instituto Vladimir Herzog desde 2009 e que já está em sua 13ª edição.

Um ano do lançamento de “Cartas da alteridade”

NENHUM MILAGRE É PEQUENO

o rumor da chuva cindiu o silêncio
esvaneceu o calor da noite sufocada
gotas caíam do céu, aroma de vida
consistência ao pó que se arrastava
tome para ti o trivial ocorrido
não questiones, nem te acanhes:
se notas, o milagre não é pequeno

(In “Cartas da alteridade”, Selo Demônio Negro, 2020)

Sobre autor

Edney Cielici Dias, poeta devotado ao ofício da palavra, é doutor em ciência política, economista, jornalista e editor.

Selo Demônio Negro
R$ 52,90
Frete grátis para todo o Brasil

www.facebook.com/cartasdaalteridade

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Miguel dos Santos: Mãe dourada e Aurora

Nascido em 1944 em Caruaru-PE, reside e trabalha desde 1960 em João Pessoa. Considerado um dos maiores ceramista do país, é também pintor. Participou de dezenas de exposições individuais e coletivas em importantes galerias e museus no Brasil e no exterior – Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, João Pessoa, Brasília, Argentina, Bélgica, Chile, Colômbia, Dinamarca, Estados Unidos e Nigéria. Cria esculturas personalíssimas, com forte influência africana e do imaginário das lendas nordestinas, explorando com competência a composição figurativa de animais míticos e fantásticos. Característicos de seu trabalho são os totens, que chegam a medir 3 metros de altura. Suas peças são realizadas com o barro da própria região onde trabalha e queimadas em forno elétrico de alta temperatura. Participou do Movimento Armonial, criado por Ariano Suassuna, junto com outros artistas e intelectuais nordestinos. Miguel é autor de um magnífico painel cerâmico na fachada da sede do edifício da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba e três de seus totens decoram os jardins do Sítio Burle Marx, no Rio de Janeiro.

Contatos:
www.facebook.com/miguel.domingosdossantos
www.instagram.com/migueldossantos_
miguelddossantos1@gmail.com
WhatsApp: (83) 9 8744-5474

Marinaldo Santos: Produção recente

Marinaldo Santos nasceu em Belém do Pará, em 1961. Artista plástico e admirador da vida. É também pintor e desenhista autodidata. Em 1987 começou a realizar exposições individuais e coletivas, participando de mostras em todo o país e no exterior (Alemanha, Estados Unidos, Holanda, França). Recebeu inúmeros prêmios, entre eles o Grande Prêmio do Salão de Artes do Pará.

Contatos:
www.instagram.com/marinaldoartes
marinaldo.artes@hotmail.com
WhatsApp: (91) 9 9145 5415
marinaldoartes.wixsite.com/marinaldoartes

Chegamos a 100 mil páginas visitadas

O blog “Redescobrindo”, que iniciou-se em 2005, alcançou a marca dos 100 mil acessos nesse mês de novembro. Viva! Ele já tem 6.863 visitantes únicos, 624 posts publicados e 192 comentários aprovados. “Redescobrindo” originalmente foi o título de meu livro de poesia aqui publicado na íntegra. Além dele tenho postado ao longo desses 16 anos algumas pinturas minhas e outras matérias variadas que julguei interessantes ao internauta. Esse painel acima mostra minha foto do início do blog e alguns trabalhos artísticos meus.

Muito obrigado pelas visitas e pelo prestígio.

Abraços e retornem sempre,

Eduardo Matosinho

Cia. Teatral Pequenos Grandes Atores de volta ao SPAC: Reapresentação da peça teatral “Festa”

“Estamos de volta!! Dia 20/11, sábado, faremos uma apresentação da peça “Festa”, no Festival ACESC. Será no clube SPAC, às 20h00. Quem quiser assistir, é só passar o nome in box (Instagram logo abaixo), que colocamos na lista de convidados.
Estamos muito felizes de poder voltar ao palco, e a presença do público é muito importante pra dividir essa alegria! Venha comemorar com a gente! 🌟🍀❤️🙏🏻”

Texto acima e direção: Profª. Danielli Guerreiro (A peça conta com a participação de João Alexandre Matosinho)

SPAC – São Paulo Athletic Club (Clube Inglês)

Rua Visconde de Ouro Preto, 119, Consolação – CEP: 01303-060 – Telefone: (11) 3217-5944

Veja mais em: www.instagram.com/pequenosgrandesatores

Carmézia Emiliano: Mostra do 31º Programa de Exposições

Carmézia Emiliano (Maloca do Japó, Normandia, Roraima, 20 de abril de 1960) é uma artista plástica brasileira contemporânea. Indígena da etnia Macuxi, é considerada uma expoente da Arte Naïf, tendo participado das edições de 2014, 2012, 2010 e 2008 da Bienal Naïfs do Brasil. Ela pinta essencialmente representações do cotidiano indígena em Roraima.

Nascida na comunidade indígena de Maloca do Japó, mudou-se para Boa Vista (Roraima) em 1990, para trabalhar como empregada doméstica. Começou a pintar de forma autodidata a partir de 1992. Em 2005, conheceu Augusto Luitgards, que se tornou seu marchand e levou suas obras a circularem pelo país, participando de exposições e recebendo premiações.

Suas obras estão participando no momento da Mostra do 31º Programa de Exposições no Centro Cultural de São Paulo, Piso Caio Graco, exposição essa que se iniciou em 6 de novembro e seu horário de visitas é das 15 às 19 horas.

A indicação dessa artista para o blog veio de Gejo, O Maldito, que já visitou a mostra e recomenda.

Luli Hunt: Gravuras recentes

Luli Hunt atua há mais de 20 anos no setor artístico e cultural, trabalhando com galerias de arte, atelier de artistas, equipamentos culturais (MASP, Pinacoteca, Museu Paulista, entre outros) e em projetos culturais independentes. Sua empresa (Cidadania Corporativa) atua em diversos segmentos da produção cultural, desde a formatação de projetos para as leis de incentivo fiscal, produção integral do eventos, administração financeira e prestação de contas, atendendo clientes como Grupo Brasfanta, Bombril, Instituto Tomie Otake, Instituto de Arte Contemporânea, Museu Lasar Segall, SISEM, etc. Realiza, também, estudos e planos de marketing cultural para empresas.

Contatos:
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www.instagram.com/lulihunt
projetos@lulihunt.com.br
Fones: (11) 3865-3160 ou (11) 2495-5670