Fotos de Fernanda Fonseca, psicanalista e admiradora da natureza.
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www.instagram.com/feferfonseca
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Onde fica a Ossétia do Sul? E a Abkásia? Nas últimas semanas, a gente ficou sabendo que esses lugares ficam na região do Mar Báltico. Por ali os russos aproveitam seus raros dias de sol e calor. Praias de coqueiros, como as nossas, barraquinhas de água de coco? Nem pensar. São extensões de areia escura, sem graça. Se você for por lá um dia, pode acabar ficando onde se hospedava, desfilando seu próspero barrigão, um certo Josef Dugashvilli, que depois cultivaria um bigode tipo vassourão e, com o codinome de Stalin, se tornaria um dos ditadores mais sanguinários da História. Enfim, mas voltando aos nomes dos lugares, nas últimas semanas eles estiveram nas manchetes, por causa de desavenças com os vizinhos Rússia e Geórgia, agora parece que sossegadas. E a Ossétia do Norte? O que é feito dela? Claro, porque se os mapas mostram uma Ossétia do Sul, há de existir também uma do Norte – ou não? Uma injustiça se tivermos que esperar outras bombas da Rússia e da Geórgia para ficarmos sabendo.
Fernando Pacheco Jordão (1937 – 2017) faleceu em São Paulo aos 80 anos. Atuou no jornalismo desde 1957, quando iniciou sua carreira na antiga Rádio Nacional, em São Paulo. Posteriormente, trabalhou como repórter, redator e editor de diversos veículos, como O Estado de S. Paulo, TV Excelsior, BBC de Londres, TV Globo, TV Cultura de São Paulo, revistas IstoÉ e Veja. Como consultor e assessor político atuou nas campanhas dos governadores Mário Covas e Geraldo Alckmin. Dirigente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo na época do assassinato de Vladimir Herzog, Fernando escreveu o livro “Dossiê Herzog – Prisão, Tortura e Morte no Brasil”, que já está na sexta edição e constitui documento fundamental para a História do Brasil. Foi sócio-diretor da FPJ – Fato, Pesquisa e Jornalismo. Hoje é patrono do “Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão”, realizado pelo Instituto Vladimir Herzog desde 2009 e que já está em sua 13ª edição.
O blog “Redescobrindo” que já está no ar há mais de 15 anos foi remodelado e em sua fase atual está completando hoje mais de 50 mil páginas visitadas. Ele já tem 581 posts publicados, 178 comentários aprovados, um total de 8.815 visitantes e 5.178 visitantes únicos. “Redescobrindo” foi o título que dei para meu livro de poesia concluído em São Paulo em agosto de 2003 e que aqui foi publicado na íntegra, juntamente com algumas pinturas de minha autoria e outros assuntos que julguei interessantes para o internauta. Acima estão as estatísticas de acesso para ilustrar.
Muito obrigado pelas visitas e por prestigiarem este blog que é feito com dedicação e carinho.
Um abraço e voltem sempre,
Eduardo Matosinho
“UN POETA CONSCIENTE DE SU ARTE”
Lançado no final do ano passado, meu livro “Cartas da alteridade” (Selo Demônio Negro) tem recebido acolhida generosa por expoentes da literatura, entre eles o poeta Armando Freitas Filho, o professor Antônio Carlos Secchin, o ficcionista maior Ivan Angelo. Recentemente, recebeu destaque no Peru, no blog acadêmico do poeta e professor Pedro Granados, autoridade em poesia hispano-americana.
“Ergo, estamos ante un poeta consciente de su arte y de sus circunstancias. Aunque no sólo de esto. Concurren asimismo a sus poemas otras consciencias y voluntades; entre éstas, el Sol, un cigarro, sus avôs. Aquí la voz poética deja de ser constructiva o deconstructiva, utópica o distópica, correlacionada únicamente al mundo interno del autor; y se torna, más bien, testimonio de aquellas pacientes alteridades y, no menos, objetivas y acechantes simetrías. Conectada a la más reciente y viva poesía de la región, los poemas de Edney Cielici Dias pugnan o, más bien, se dejan ganar por el sentido. Giro ontológico le denominan a toda esta palada; pero no de muerte o entierro, sino de todo lo contrario. Movimiento que quiebra el óxido y desnuda el vasto archipiélogo que nos constituye y al cual pertenecemos. P.G.”
Edney Cielici Dias
Veja uma amostra dos poemas:
RIMA ÍNTIMA
alma sopro
vida pauta
corpo flauta
sono pai
vida cai
tudo esvai
nada sei
cala a lei
flautearei
NOS DESCONHECEMOS
na escuridão
nos cruzamos
alguém sorriu
ninguém viu
imaginamos
em um triz
o imprevisível
transpassamos
desconhecidos
contrapostos
o impossível
Sobre autor
Edney Cielici Dias, poeta devotado ao ofício da palavra, é doutor em ciência política, economista, jornalista e editor.
Selo Demônio Negro
R$ 52,90
“O universo me deu a chave do mundo da Arte Naïf, e eu descobri assim o meu mundo paralelo, e agora esse mundo é meu, é seu… é nosso!!! Estou à disposição para novos projetos sempre!
Comecei a desenhar aos 34 anos com um mergulho sem volta nesse universo das artes, mais ainda no universo da ingenuidade, da falta de técnica e excesso de sentimento e intuição…”
Lu Morgado – Artista visual Naïf!, as vezes fada, as vezes bruxa, feliz e colorida!
Gestora comercial de formação, Lu Morgado há quase 10 anos é artista Naïf, uma pintora autodidata que usa a imaginação e as sensações como as asas de liberdade para ir ao mundo das ideias. As personagens com um olho só (o olho da alma) e o coração que bate fora do peito (bondade) e o contorno amarelo com os pontinhos pretos (aura energética e os pontos de evolução) são características pontuais e marca registrada de suas obras.
Contatos:
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www.instagram.com/lumorgadonaif
lumorgadojorge@gmail.com
WhatsApp: (12) 9 9165-0481
Juarez Magno (Belo Horizonte, MG – 1943)
Pintor, desenhista, cenógrafo, publicitário. Juarez Magno de Freitas Almeida iniciou seus estudos artísticos na Escola Guignard, mudou-se para São Paulo, onde freqüenta o curso de pintura na Fundação Armando Álvares Penteado, Faap, tendo como mestre Donato Ferrari (1933), e o curso de história da arte e xilogravura, sob a orientação de Edith Behring (1916-1996) no Museu de Arte de São Paulo, Masp. Em 1963, realiza sua primeira mostra individual na Galeria Saint Armount, em Santos. Atua também como ilustrador, publicitário, cenógrafo e professor, realizando inúmeros trabalhos para editoras, agências de publicidade, grupos teatrais e escolas de arte.
Fonte: Enciclopédia Itaú Cultural
Nossa Senhora me dê paciência
Para estes mares para esta vida!
Me dê paciência para que eu não caia
Pra que eu não pare nesta existência
Tão mal cumprida tão mais comprida
Do que a restinga de Marambaia!…
1926
Manuel Bandeira (Recife, Pernambuco, 19 de abril de 1886 — Rio de Janeiro, 13 de outubro de 1968). In “Libertinagem”
Nessa data, 23/05, estou completando 14 anos de Galeria Pontes. Nas fotos acima estamos eu e meu filho João Alexandre participando da mostra coletiva “Bicho” realizada pela dupla Danilo Blanco e Fernando Zelman e por Luis Castañón no Porão da Pontes em 4 de dezembro de 2010. Esse evento visou revelar a relação do homem e o animal com livre interpretação reunindo desenho, pintura, assemblagem, fotografia, gravura, objeto e grafitti.