Autor: ematosinho
San Francisco

Observo um lindo postal
Dessa cidade que
Para mim é distante
Ela parece-me compacta
Com sua ponte, seu rio
Os prédios falam mais do
Que seus milhões de habitantes
E o dólar fala mais e mais
Alto que todos. Toda a
Humanidade desumanizada
Pelo dinheiro sujo.
(Fase das moscas ideológicas)
Artista Plástico Alexander Pacheco: Garota de Ipanema, Florista e Zé do Pandeiro
A Arte de Alexander Pacheco
Artista Plástico carioca nascido em 18 de Abril de 1974.
Desde a infância sentia paixão pela arte e pesquisava a vida dos grandes gênios da pintura. Iniciou sua carreira como autodidata ainda na juventude e a interrompeu aos vinte e dois anos, quando nasceu seu primeiro filho.
No ano de 2000, incentivado pelos amigos artistas Hilário Silva Neto, Vera Marques e Raimundo Botelho, reassumiu sua carreira e desde então, vem participando de diversas exposições individuais e coletivas, recebendo também algumas premiações.
Seus trabalhos já figuram em coleções particulares no Brasil e no exterior.
Admirador dos mestres Portinari e Di Cavalcante, Alexander Pacheco absorveu deles a essência, sem contudo, lhes copiar o estilo.
Sua obra tem um estilo próprio, que imprime sua identidade, através de telas que são criadas em séries, como forma de identificar o momento histórico, ou fatos do quotidiano que retrata à óleo em telas multicoloridas impregnadas de brasilidade.
Informações sobre o artista, sua carreira, parcerias e aquisição de obras: Luiz Carlos da Costa Paula
E-mail: costapaulaartes@gmail.com
WhatsApp: (21) 9 9140-9641
Miami – +1(305) 3436127 – Fedrizzi
Sobrinho Ulisses: 21 anos de ausência…
“Para meu primo Ulisses:
A tristeza de sua ida, primo, atormenta minha mente a todo instante, mas com certeza não a minha alma, porque eu sei (dizem que a fé humana é cega) que você está no melhor dos lugares, orando por nós, em especial pelos seus pais e irmã, de quem o sofrimento se aproxima muito da superação da alma. Te peço sinceramente que reze muito por eles.
Caminhe em paz, pois um dia nos veremos novamente. Te amo.”
Diogo Fernandes Matosinho – Sobrinho
23/Fev/98
Foto antiga
Rosa sim
Morro de cor 1
A contraposição da magia e da religião nos pensadores clássicos
Em um curso na Sociologia da USP abordei esse tema em um papper cuja poesia a seguir abre esse trabalho. Mostro na introdução que a memorável obra universal de Dante Alighieri (1265-1321) “A divina comédia: o inferno”, que se tornou a base da língua italiana moderna, traz no final do seu Canto XX esse trecho poético, e que essa parte do poema épico mostra que na criação dantesca tanto Scott, como Bonatti, como Asdente ficaram confinados no oitavo e penúltimo círculo do inferno. E eles não eram nada mais do que astrólogos que praticavam algo entendido pelo poeta italiano como sendo “magia”, empregando em seu ofício imagens, ervas e malefício. Eis parte da contraposição…
“Chamou-se Eurypilo; nalguma parte
A minha alta Tragédia o assegura
(E, pois que a sabes, disso has de lembra-te).
Ess’ outro, que é tão fraco de figura
Miguel Scott se chamou: foi verdadeiro
Professor de magia e de impostura.
Olha Bonatti; e Asdente (o feiticeiro
Que tarde tem saudade do exercicio
Da sovéla e cerol de sapateiro);
E as tristes que de bruxas no ofício
Fizeram, desprezando agulha e roca,
Com imágens, com ervas, malefício.”
Dante Alighieri – A divina comédia, o inferno – Canto XX, página 191 (tradução de Domingos Ennes, 1947)
Novo espetáculo teatral do João no Teatro Escola Macunaíma: “O Mágico de Oz”
Olá Platéia!
Essa 91ª Mostra Macu será um sucesso.
Te vejo lá!
Espetáculo: “O Mágico de Oz”
Endereço (Unidade Pinheiros): Avenida Valdemar Ferreira, 204.
Teatro 6.
Apresentação: 07 de Dezembro (sábado)
Horário: 1ª sessão: 14h30
2ª sessão: 16h00
Sinopse: Dorothy não esta feliz junto de suas tias pois elas não lhe dão atenção, trabalham demais. Apenas se sente confortável ao lado do seu cachorro Totó, seu único amigo. Eles fogem de casa e vão em busca do caminho da felicidade quando de repente acabam sendo levados para um mundo distante, onde conhecem vários amigos que tentam ajudar Dorothy e Totó a voltar para casa.
Duração: 50 minutos
Recomendação: Livre
Direção: Cloris Paris
Assistência de Direção: Rafinha Caroprese
Autor: Baseado no filme “O Mágico de Oz” de Victor Fleming
Resenha: “O Mágico de Oz”, com texto de L. Frank Baum, conta a história de Dorothy Gale, uma órfã que vivia com os tios numa fazenda do Kansas, nos Estados Unidos. Um dia, um ciclone arranca do chão a casa onde moravam. Os tios conseguem entrar no porão que usavam como abrigo para tempestades, mas Dorothy e seu cachorro, Totó, se atrasam e ficam na casa, que foi levada durante muito tempo pelos ares até chegar à Terra de Oz.
Lá, Glinda, a Bruxa Boa do Norte, explica a Dorothy que ela havia matado a Bruxa Malvada do Leste, pois a casa aterrissou em cima dela. Dorothy agora é, por direito, dona dos sapatos mágicos prateados da bruxa má. Além disso, Glinda lhe dá um beijo na testa, para ela ficar em segurança durante as aventuras que viveria a caminho da Cidade das Esmeraldas, onde vive o poderoso Mágico de Oz, o único que poderia ajudá-la a voltar para o Kansas.
Para chegar à Cidade das Esmeraldas, Dorothy tem que seguir por uma estrada de tijolos amarelos. Durante a caminhada, ela encontra o Espantalho, o Homem de Lata e o Leão Covarde. Os três se juntam a Dorothy, pois também querem encontrar Oz e pedir algo para ele: o Espantalho quer um cérebro para pensar como os homens; o Homem de Lata, um coração para amar como os homens, e o Leão Covarde quer coragem para ser o Rei dos Animais.
A partir daí, os quatro encaram perigos, vivem histórias fantásticas e aprendem a enfrentar os próprios medos.