Mês: julho 2019
Deixe-me entrar
Com licença, poesia, seu mistério posso adentrar?
Tantos dias sem escrever que me bateu saudade…
O que me leva a escrever tantos versos soltos?
Talvez seja algo dentro de mim que me impulsiona.
Como uma dor contida que me incomoda ou
Uma alegria que vem do fundo de minha alma.
O escrito nem sempre sai redondo ou original,
Mas é singular em seu modo natural de expressão.
Hoje, depois de longa pausa, estou de volta e feliz
Por ter realizado algo de coração, posso passar?
Pinturas de Ferenckiss
“Quando se visualiza a obra deste artista, vem-nos de imediato à mente uma dicotomia pictórica intrínseca a dois universos díspares. Em um patamar, o traço onírico de seus desenhos e gravuras, coesos em uma dinâmica surrealista do artista. Em outro, que nesta retrospectiva são apresentados, denota-se a coloração quente e tropical de suas pinceladas ou de seus pastéis, reproduzindo iconograficamente o litoral brasileiro.
Depreende-se sua integração à natureza deste país, por ele adotado, e sua necessidade de conviver com a natureza e os céus azuis das suas telas, intermeados das nuvens brancas, quando se fundem com seus mares, calmos ou revoltos, tornam-se as verdadeiras molduras do epicentro desta temática constante: pequenas cidades ou pacatas vilas do litoral sudeste brasileiro.
São plataformas irreconciliáveis no mundo da pintura, mas que se complementam no mundo particular do artista, fundindo a sua obra com o seu autor, eclodindo em um momento importante, marcante para as artes plásticas no Brasil.”
Fabio Porchat – Presidente da Academia Latino-Americana de Arte
Contatos:
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Fone: (11) 3362-2812
WhatsApp: (11) 9 4198-7580 (Ermindo)
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Confete
Vinte e uma vezes a mais
Vinte vezes a mais implorei teu canto
E este não saía nunca, poesia
Estava entalado nas entranhas do papel
Uma vez a mais insisti no seu prumo
E eis me aqui se apresentando, poeta
Com o fruto dessa nova lavra seminal
Até que surge no horizonte nova luz
Repleta de feixes coloridos, poema
Redescobrindo o que fui na vida
No clarão amanhecido do dia seguinte
Descansei ao te compor, canção
E num estalo de cores te publiquei
Edmundo de Oliveira Matosinho e Maria do Carmo Ferreira Matosinho: Meus pais
Avião
O que virá desse iniciar?
A aridez de uma folha branca
Um começo de semana a mais
A rua que se inicia na curva
Encharcam minha imaginação
O que virá desse desconhecido?
Uma bela literatura?
Um produtivo trabalho?
Um caminho reto e certo?
Só saberemos se enfrentarmos
Mais esse desafio na vida
Só colheremos os frutos se plantarmos
Letras, labuta e estradas…
Igreja de Santa Maria do Olival
A Igreja de Santa Maria do Olival, localiza-se na margem esquerda do rio Nabão, na cidade de Tomar, Portugal. Erguida no século XII, foi a sede da Ordem dos Templários no país, tendo servido como panteão dos mestres da Ordem. Lá foi onde os primeiros Templários foram enterrados.
Fotos: Edna Matosinho de Pontes