Em 1808, com a vinda da família real portuguesa, o Rio de Janeiro tornou-se o centro de decisões do Império português. A liberdade comercial então concedida marca o fim do pacto colonial, podendo ser considerada o acontecimento decisivo do processo de independência do Brasil. Tal processo continuou nos anos seguintes, culminando em 1822 com a independência política.
O período da história brasileira que se situa entre o Brasil colonial (1500-1822) e o republicano (a partir de 1889) é conhecido como período monárquico ou imperial. D. Pedro I foi sagrado imperador do Brasil no dia 1° de dezembro de 1822. Este período dividiu-se em três subperíodos básicos: Primeiro Reinado (1822-1831), com o governo de D. Pedro I; Regências (1831-1840), com os governos regenciais e o Segundo Reinado (1840-1889), com o governo de D. Pedro II. Com duração de quase meio século, o Segundo Reinado enfrentou grandes dificuldades econômicas, especialmente pela crescente dependência para com a Inglaterra, e passou por três fases em seu desenvolvimento: de 1840 a 1850, com lutas civis e pacificação interna; de 1850 a 1870, com lutas externas envolvendo os países do Prata (Uruguai, Argentina e Paraguai) e de 1870 a 1889, com campanhas a favor da abolição da escravatura e da Proclamação da República.
Dos tempos do Colégio Palmares, onde estudei de 1980 a 1982, e cujas matérias de história eram ministradas pela educadora Zilda Zerbini Toscano, fundadora dessa escola, e pelo grande mestre César Barreto, que me deu aulas de história aí e no cursinho CPV, preparatório para o vestibular da Fundação Getúlio Vargas (FGV), em 1983.