Take the “A” Train

A emblemática música “Take the ‘A’ Train” foi composta em 1939 por Billy Strayhorn (e não por Duke Ellington, embora tenha se tornado o hino máximo da orquestra de Ellington). Interessante a história de como ela foi criada. Ocorreu em um encontro com Ellington. Em 1938, Billy Strayhorn — um jovem pianista e arranjador de Pittsburgh que trabalhava como balconista — conheceu Duke Ellington após um show da banda. Strayhorn impressionou Ellington tocando uma versão própria de “Sophisticated Lady” e foi convidado a trabalhar com ele. As instruções de metrô: Quando Ellington convidou Strayhorn para ir a Nova York, ele anotou em um papel as instruções de como chegar ao seu apartamento no bairro de Sugar Hill, no Harlem. O bilhete começava exatamente com as palavras: “Take the A Train” (referindo-se à recém-inaugurada linha de metrô ‘A’ de Nova York). A composição: Inspirado por essas instruções literais de trajeto e tentando imitar o estilo de arranjos de metais de Fletcher Henderson, Strayhorn compuiu a música na cabeça durante uma festa e depois passou tudo para o papel. O sucesso e a marca registrada: Quando Strayhorn levou a peça para a Duke Ellington Orchestra, ela virou o tema principal do grupo e foi gravada em 1941, consagrando-se como um dos maiores clássicos da história do jazz.

Edward Kennedy “Duke” Ellington (Washington, Estados Unidos, 29 de abril de 1899 — Nova Iorque, Estados Unidos, 24 de maio de 1974) foi um compositor de jazz, pianista e líder de orquestra estadunidense eternizado com a alcunha de “The Duke” e distinguido com a Presidential Medal of Freedom em 1969 e com a Legião de Honra em 1973, sendo ambas as distinções as mais elevadas que um civil pode receber

William Thomas “Billy” Strayhorn (Dayton, Estados Unidos, 29 de novembro de 1915 — Nova Iorque, Estados Unidos, 31 de maio de 1967) foi um arranjador, compositor, pianista e músico profissional norte-americano

Autor: ematosinho

Eduardo Matosinho tem 62 anos, nasceu em Ourinhos - SP em 1964 e é economista e sociólogo com bacharelados pela Universidade de São Paulo (USP). É casado com Luiza Maria da Silva Matosinho e com ela tem um filho de nome João Alexandre da Silva Matosinho. Mora em São Paulo e trabalha na Galeria Pontes, dedicada à arte popular brasileira contemporânea (https://www.galeriapontes.com.br/), onde já está há 19 anos. Sempre apreciou pintar e pesquisar sobre a história da arte e seus artistas. Começou a estudar artes plásticas em sua juventude vivida em sua cidade natal com o professor Francisco Claudio Granja (1976-1978). Em São Paulo estudou desenho e pintura em cursos ministrados em um Ateliê Livre por Valdir Sarubbi (1980–1983 e 1998–2000) e pintura com Selma Daffrè (2000-2003).

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *