Ana Veloso: “O tempo se contorce inquieto” e “Vibrando na alegria”

Ana Veloso

Inicia suas atividades plásticas desenvolvendo trabalhos em cerâmica, couro, metal, madeira e resina de poliester.

Em 1982, dedica-se exclusivamente à pintura.

1986 – Passa a fazer parte da Associação dos Artistas Plásticos Profissionais
de Pernambuco e tem trabalhos publicados em livros e revistas.

Sua obra é marcada pela pesquisa e projetos de ação social e cultural. Destes, resultam imagens pictóricas que marcam suas séries. Ao final de cada uma, são apresentados em individuais, mostradas no Brasil e em países como Portugal, Suíça e Paraguai.

Suas séries mais importantes são: “Brincadeiras” (1985), “Feiras & Vendas” (1986), “Meninos de Rua” (1987), “Rodas” (1989), “Porto do Recife” (1994), “O Automóvel” (1994), “ A Cor em Narrativas Pernambucanas” (1999), “ Ícones da Terra” (2001), ”Varais” (2003) e “Por um Fio” (2005).

Entre os anos de 1988 e 1998, fez parte como artista exclusiva do Escritório de Arte Guilherme Eustáchio e da Galeria Artespaço do Recife, sendo que em 2004 – participou da exposição “Uma Viagem de 450 anos” – SESC – SP.

2003- Instala e inaugura painel no Aeroporto de Campina Grande – PB.

2004-Instalação e inauguração do Painel comemorativo dos 400 anos de MaurÌcio de Nassau, instalado na Av. Maurissio de Nassau no Cordeiro, Recife, PE.

2003, 2004, 2005 e 2006 – Cria e coordena o projeto Arte&cia no Pina Recife, PE.

2005 – Exposição individual “Por um Fio” – Galeria de Arte Plural – Recife, PE

2005/2006 – Cria e coordena o Projeto de Revitalização do utilitário barro – Distrito de Água Fria , Belo Jardim, PE.

2006/2007/2008/2009 – Cria e coordena os Projetos:
“Fábrica de Ideias”- (2006/007): OAFE (Organização de auxilio Fraterno do Recife, PE),
“Estado de Arte”- (2006 a 20013): Serra dos Ventos – Distrito de Belo Jardim, PE,
“Veio da Terra” – (2007/2008): Garanhuns, PE.

2008 , 2010, 2012– Cria e realiza o “A gosto da arte” – 1º Festival de Artes e Tradições de Serra dos Ventos, PE.

Desenvolve um trabalho plástico sobre a trajetória do Padre Cícero intitulado “Caminhos do Santo”.

2009 – Exposição individual “ Caminhos do Santo” no salão especial do MAC – Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco.

Incontáveis coletivas. Participou de vários Salões, inclusive os do Estado de Pernambuco, estando entre os mais importantes, o Salão Nacional da Pirelli, Salão da Fundação Rômulo Maiorana do Pará e o Salão do Estado do Paraná. Tendo sido premiada com o prêmio Museu do Estado de Pernambuco, no Salão Nacional do Estado de Pernambuco.

Seus quadros estão hoje, nos Museus de Arte Contemporânea de Pernambuco, Museu do Estado de Pernambuco, Museu de Arte Contemporânea Assis Chateaubriand de Campina Grande, PB, na Fundação do Banco Econômico, Salvador, BA e, em coleções particulares de todo o país e internacionais.

Fábrica de Brinquedos

Em um súbito instante, rasgo as entranhas da terra e vejo replicar as formas que me transportam ao caos.

Com isso, me aproprio e faço delas suporte para imprimir meus momentos.

Contando o tempo sem me dar conta dele, junto farpas quase em surto, ergo altares, procuro não sei o quê. E no vazio, lanço olhar para o infinito.

Imagina o buraco negro?

No ponto escuro aprofundo o olhar, aprofundo, aprofundo, até que ele me roube o ar.

Paro.

Volto à borda da imagem, tonta. Tateio ao redor e me ponho firme. Busco respostas, mas meu entender não as acessa. Aí mergulho no escuro e me vejo alma.

Em que dimensão estamos?

Que tempos são esses que me fazem sentir o coração desfiado em lascas?

Perdida, retorno a minha galáxia e me dou conta do balé dos planetas em volta do sol e eu no planeta azul – minha cor predileta.

De posse dessa consciência planetária, imagens que se apresentavam das minhas lembranças, divagam nas belezas desse mundo.

Ai!

O meu coração se restaura em firme músculo. Novamente paro. No cantinho do meu mundo, minha netinha de 1 ano balbucia sons enquanto dedilha os tubos das minhas tantas tintas.

Num profundo suspiro, me descubro cores e mergulho no mundo de Sofia.

Ana Veloso, 19 abril de 2020.

(A partir dessa reflexão, nasceu essa nova série)

Contatos:
www.facebook.com/anaveloso.artesvisuais
www.instagram.com/anaveloso_arte
WhatsApp: (81) 9 9974-3758
atelieanaveloso@gmail.com

Camila Crósta aquarelas: Cavalo e Bico de papagaio

Camila Crósta

Formada na FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado) no curso de Arquitetura e Urbanismo e formada pela Escola Panamericana de Arte e Design, no curso de Artes Plásticas. Passagens por escritórios de arquitetura, design de interiores, comunicação visual, paisagismo, agência de publicidade e ateliês livres. Participou com pinturas artísticas em ambientes da Mostra de Decoração CasaCor edições de 2015 e 2010, no Jockey Clube de São Paulo. Morou em Barcelona, onde fez curso de tratamento digital de imagem no Centre Civic Pati Llimona.
No MuBE (Museu Brasileiro da Escultura), cursou “Pintura e acompanhamento de projetos”, com a professora e artista plástica Bia Black. Participou da exposição coletiva de conclusão do curso. No CBB (Centro Brasileiro Britânico), participou da exposição coletiva “Mostra de arte da Granja Viana XXVIII”. No Instituto Tomie Ohtake, cursou “Pintura e reflexão” com o professor e artista plástico Paulo Pasta. Participou da exposição coletiva de conclusão do curso. No MASP, cursou “Histórias da Arte: Moderna e contemporânea” com o professor e coordenador Daniel Jablonski. Pintora e especialista em criar artes sob encomenda. Há anos, Camila faz pinturas em telas, murais, tecidos para paredes e principalmente, aquarelas. No instagram da artista (@camilacrostaarte) foram publicados mais de 400 trabalhos exclusivos e personalizados para os mais variados públicos, desde o corporativo até o individual.

Contatos:
www.facebook.com/CamilaCrostaArquitetaArtista
www.instagram.com/camilacrostaarte
camilacrostaarte.wixsite.com/camilacrostaarte
camilacrostaarte@gmail.com

Laércio Moraes: Bicicleta na sala e Maria fumaça

Laércio Moraes (Lalá) nasceu em 7 de setembro de 1963, está com 57 anos, cursou desenho artístico e publicitário na década de 80 e hoje reutiliza várias técnicas. Já participou em exposições no grande ABC e estudou na Fundação das Artes de São Caetano do Sul-SP em 2018.

Contatos:
www.facebook.com/laercio.moraes.1614
www.instagram.com/laercioamoraes
lalaalexandre@hotmail.com

Viewing room de Alex Červený

A galeria Casa Triângulo realiza o viewing room (sala de visualização) de Alex Červený com obras feitas em diferentes épocas, diversas de técnicas e referências que marcam a trajetória do artista.

“Neste viewing room destacamos obras que, produzidas em diferentes épocas, contemplam a diversidade de técnicas e referências que marcam a trajetória do artista Alex Červený. Os trabalhos aqui reunidos apresentam narrativas que comentam, de maneira singular, a complexidade e a sublimidade do mundo contemporâneo.”

Informa em seu site a galeria Casa Triângulo.

A partir de 17/06 no site da Casa Triângulo.

Clique aqui

Notícia via Instagram do @mapadasartesoficial.

Sagaz MCZ: Pintura à óleo e Graffiti

Sagaz MCZ

Desde a sua formação em Design Gráfico (2011), seu estilo aprimorado e original, vem se destacando em vários estados do Brasil e fora do país.

Reconhecido como Street Artist (Sagaz), se distingue nas diversas técnicas como: graffiti, pinturas em tela, caligrafia, grafismo, stencils, lambes e arte digital.

Além das suas atividades nas ruas, também ramificou sua identidade visual em produtos de vestimenta (camisas, bonés) e decoração de interiores (prints, pôsteres, telas, canecas, bandeiras, pinturas em paredes, etc…)

Nascido em Maceió, Alagoas. Hoje está situado na capital de São Paulo.

Contatos:
www.instagram.com/sagazmcz
www.facebook.com/sagazmcz
www.shopsagaz.com

Gravuras em metal de Arnaldo Battaglini

“Em 1983 e 1984 recém chegado da Inglaterra , eu estava focado no desenho, gravura e aquarela , continuando a pesquisa que iniciei em 1981 onde me interessei por fazer analogias poéticas entre detalhes do corpo humano e formas da natureza como conchas, nuvens e montanhas . Na mostra individual que realizei na Galeria Paulo Figueiredo em São Paulo, em outubro de 1982, apresentei uma seleção destas gravuras e aquarelas .

Minha pesquisa seguiu nesta direção por algum tempo mas aos poucos meu interesse passou a se voltar exclusivamente para a figura humana.

Esta série de desenhos realizados entre 1983 e 1985 foram realizados em colaboração com o bailarino e modelo Celso Nogueira. Meu novo interesse nesta série foi trabalhar não só o corpo humano em movimento como testar os limites da minha percepção e representação da figura humana.

Eu buscava me afastar de uma descrição realista do assunto, tal qual vinha trabalhando nos anos anteriores. Queria ganhar liberdade no gesto e na utilização exclusiva da linha como registro gráfico puro e essencial reunindo nela a síntese entre o bidimensional e o tridimensional aliando a expressão do corpo humano, sua potência de sensualidade, movimento e pulsação. No inicio desta série, mantive a fidelidade à forma e junto a ela a liberdade em sobrepor as figura em movimentos sucessivos, o que trouxe uma nova liberdade nas composições com transparência e leveza .

No decorrer destes 3 anos passei a solicitar movimentos em “câmera lenta” do modelo trazendo a mim mesmo maiores desafios aos desenhos rápidos, com gestualidade acentuada e gradual afastamento de detalhamentos do corpo, me concentrando nos eixos que mais definiam aquelas presenças corpóreas traduzidas em grafismo em forma de ritmo.

O resultado deste trabalho que reuniu dezenas e dezenas de desenhos foi apresentado na mostra “Desenhos”, realizada no Paço das Artes na gestão de Alberto Beutenmuller em julho de 1985 .

A mostra contou com a crítica publicada de Radhá Abramo na Folha Ilustrada e de Alberto Beuttenmuller na revista Visão durante o período da mostra.”

Texto do artista Arnaldo Battaglini (abril 2020)

Essas obras encontram-se disponíveis na galeria Gravura Brasileira.

Contatos:

contato@gravurabrasileira.com
Fone: (11) 3624-0301
WhatsApp: (11) 9 8258-9842
www.gravurabrasileira.com

José Carlos: Depois do escuro e Homenagem à liberdade

José Carlos Bacelar Viana

Nascido na cidade de Recife, iniciou no mundo das artes logo cedo. Quando criança, respirava arte por todos os cantos; dentro de casa, no ateliê de seu pai e por muitos os lugares que frequentou em razão do estilo de vida da família. Sua maior diversão sempre foi desenhar e observar todas aquelas obras de arte que lhe cercavam. Mais tarde, no ano de 2014, passou a desenvolver as suas pesquisas e passear por diferentes técnicas de pintura, até que as cores o encontraram e os traços desconsertados começaram a dar vida as suas primeiras obras. Com toda a certeza, a sua maior referência era o seu pai, em todos os sentidos. Porém, em algum momento se libertou daqueles velhos personagens da nudez e dos “narigões”. Foi quando iniciou a sua própria identidade e hoje podemos considerar que o estilo Pop e suas cores vibrantes não deixam de estar presente em suas obras. Em 2018 realizou a sua primeira exposição coletiva no Nannai Resort e em 2019 a sua primeira Solo no espaço CDC no Poço da Panela.

Contatos:
www.instagram.com/josecarlosart
WhatsApp: (81) 9 9841-0902