Galeria Pontes no Instagram: Façam uma visita!

“A Galeria Pontes

A Galeria Pontes é dedicada a Arte Popular Brasileira, com obras originárias das mais distantes regiões do país, dos artistas mais significativos da arte de cunho popular contemporânea.

A Arte Popular Brasileira é bonita, criativa e cheia de vida. Tem um aspecto lúdico que mexe também com jovens e crianças. Encanta e surpreende.

Ao contrário do artista erudito, o artista popular é autodidata. A grande ceramista dona Izabel Mendes da Cunha (1924-2014) se definiu como autodidata, com total clareza e economia de palavras, na frase eu me ensinei sozinha. A frase é tão perfeita e abrangente que a tomei emprestado como titulo do meu livro – EU ME ENSINEI.

Na arte popular não sobra espaço para a educação formal ou acadêmica. Quando algum tipo de transmissão de conhecimento existe, ocorre no máximo informalmente quando outro artista/ artesão transmite o seu conhecimento.

Na arte popular há muito mais espaço para a inventividade e para o saber fazer pessoal do que na arte erudita. A imaginação é muito mais livre tanto na forma final do trabalho como nos meios que o artista inventa para resolver os problemas na confecção de sua obra.

A arte popular é a viva expressão da criatividade do nosso povo. Através da sua fantasia o artista reinventa a realidade, estabelecendo íntima relação entre o real e o simbólico.

(…)

Desde 2011 a Galeria Pontes funciona online, através de seu site (www.galeriapontes.com.br).”

Edna Matosinho de Pontes

www.instagram.com/galeriapontes

Liberdade 1

Hoje me peguei pensando nas borboletas e logo fiz uma rápida pesquisa das que existiam no Brasil e pela foto pude ver a beleza delas. Uma dessas logo me trouxe lembrança a “Morpho Azul”. Quando era adolescente ouvi uma reportagem sobre essa borboleta e guardei na memória o desejo de conhecê-la. Um certo dia, com idas ao sítio eu a conheci pessoalmente e logo veio o encanto e a alegria de ver essa espécie. E outra memória me veio de outro dia no mesmo sítio na qual vi uma lagarta rastejando apressada e eu a peguei e coloquei em um pote de margarina e não demorou muito para ela se dependurar e no dia seguinte virar um casulo. Trouxe ela para minha casa em São Paulo no intuito de consegui ver a borboleta que sairia dali. Passado o ciclo essa borboleta apareceu, mas não tive a oportunidade de vê-la. Porque o meu esposo e o meu filho que conseguiram vê-la soltaram no jardim. Depois dessa memória fiquei a meditar e eu em que estágio estaria da metamorfose? Pensei um pouco e pensei novamente que a lagarta não pensava em que estágio estava ela e só viveu cada estágio. Primeiro na natureza, segundo em um pote de margarina e em terceiro a borboleta voou o seu destino e não fiquei sabendo. E Agora volto a mim e penso se já passei pelos estágios. Só me resta saber se ainda estou em um borboletário e se sim vou aproveitar e explorar esse espaço e adquirir experiências para quando ele se abrir e eu consiga viver fora dele.

(07/11/21)

Luiza Maria da Silva Matosinho – Nascida em Campo Maior, Piauí. em 11 de março de 1974. Concluiu o colegial na Escola Estadual Professor Fidelino de Figueiredo, Santa Cecília, centro de São Paulo, e graduou-se em pedagogia pela PUC-SP. Atuou como professora na educação infantil e no comércio varejista

Galeria Pontes no Facebook: Visitem!

ARTE POPULAR BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA. Compramos peças antigas. Para maiores informações: WhatsApp: 55 11 9 9781-4370.

Visite também o site da Galeria Pontes: www.galeriapontes.com.br; ou ligue para (11) 3237-0436. A Galeria Pontes, inaugurada em setembro de 2008, fica em São Paulo e atualmente funciona apenas como galeria virtual. Em seu acervo estão obras de Alcides Santos, Alexandre Filho, Andreia Andrade, Antonio de Dedé, Antonio Julião, Chico Ferreira, Costinha, Dalton Costa, Elieni Tenório, Fernando Rodrigues, Geraldo Andrade, Gina Dantas, Higino, J. Borges, João Alves, João das Alagoas, Louco Filho, Luiz Tananduba, Marinaldo Santos, Mestre Eudócio, Miguel dos Santos, Nenê Cavalcanti, Odon Nogueira, Oziel, Poteiro, Resendio, Rosana de Caraí, Sil da Capela, Tota, Vicente Ferreira, Waldomiro de Deus, Zé Bezerra e outros nomes significativos da arte popular brasileira contemporânea.

5.069 pessoas estão seguindo isso.

www.facebook.com/galeriapontessp

Quem sou eu?

Quem sou eu?
Continuo sendo uma pessoa sonhadora, mas não só sonho como procuro que ele se torne realidade. E se não conseguir está tudo bem.

Quem sou eu?
Alguém que agora está ajudando a si mesma. Para que possa ajudar outras pessoas mais.

Quem sou eu?
Alguém que não dá tanta importância no fato dos outros não acreditarem nela. Porque se se importar demais se tornará escrava deles. E também que ela mesma acredita em si. Porque acredita que se todos os políticos falharem o Brasil terá jeito porque ela existe.

Quem sou eu?
Alguém que ainda chora, mas não mais para perdoar porque mágoas não há mais no seu coração. E é alguém que preza pelo que faz e ama seus alunos.

Quem sou eu?
Alguém que gosta na medida certa e que sabe que este gostar não vai prejudicar a si e os outros.

Quem sou eu?
Alguém que na medida certa confia, mesmo muitas vezes se decepcionando com alguém, mas prefere confiar nas pessoas do que ser infeliz para o resto da vida.

Quem sou eu?
Alguém que ainda possa dizer que seja tão segura, mas entende que a insegurança faz parte às vezes e não precisa falar tudo que sente e sim deixar que o outro se expresse.

Quem sou eu?
Alguém que aos poucos procura falar de si e busca o real da vida com base em estudos sobre se conhecer e trabalhando para gerar frutos.

Quem sou eu?
Alguém que aos poucos sai de uma confusão, dando continuidade a vida e se inspirando em pessoas sem precisar lutar e sem mais esforço e sim persistindo para se tornar o mais adulta possível.

Hoje brindo com uma taça de champagne ao presente que me levará ao futuro.

(Reescrito para os dias atuais uma poesia minha de 2004)

Luiza Maria da Silva Matosinho – Nascida em Campo Maior, Piauí. em 11 de março de 1974. Concluiu o colegial na Escola Estadual Professor Fidelino de Figueiredo, Santa Cecília, centro de São Paulo, e graduou-se em pedagogia pela PUC-SP. Atuou como professora na educação infantil e no comércio varejista

Painel com a apresentação da Cia. Teatral Pequenos Grandes Atores no SPAC: Peça “Festa”

Dia 20/11, sábado, às 20 horas, foi apresentada com sucesso no SPAC (Clube Inglês) a peça “Festa”, com a participação de João Alexandre Matosinho, dentro do Festival ACESC.

Crédito das fotos e montagem: Milena Koronfli

www.instagram.com/pequenosgrandesatores

Crônica de Fernando Pacheco Jordão: Sabor de férias e transgressão

Era de manhã que o trem partia. Então, por volta das 9 horas começavam as férias. Íamos, minhas irmãs, minha mãe e uma tia, para São José do Rio Pardo, um rio conhecido porque em suas margens Euclides da Cunha escreveu Os Sertões. Mas para nós, crianças, importavam eram as brincadeiras à nossa espera. A alegria começava já no trem, quando minha tia abria o cesto de vime, cheio de coisas deliciosas – os pastéis que ela tinha preparado na véspera, os croquetes de carne (acho que por isso até hoje prefiro pastéis e croquetes frios, amanhecidos). Imagino que, até o fim da viagem, eu devorava algumas dúzias, sob as advertências dos mais velhos de que aquilo não iria me fazer bem, porque eram fritura. Mas o fato é que nunca me incomodaram e, até hoje, como pastéis e croquetes imoderadamente (agora sem trem mas com chopp, talvez porque, acima de tudo, tenham o delicioso sabor de férias e transgressão). 30 dias depois, a viagem de volta era igualmente prazerosa, então com as lembranças de futebol de rua e namoricos na praça.

Fernando Pacheco Jordão (1937 – 2017) faleceu em São Paulo aos 80 anos. Atuou no jornalismo desde 1957, quando iniciou sua carreira na antiga Rádio Nacional, em São Paulo. Posteriormente, trabalhou como repórter, redator e editor de diversos veículos, como O Estado de S. Paulo, TV Excelsior, BBC de Londres, TV Globo, TV Cultura de São Paulo, revistas IstoÉ e Veja. Como consultor e assessor político atuou nas campanhas dos governadores Mário Covas e Geraldo Alckmin. Dirigente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo na época do assassinato de Vladimir Herzog, Fernando escreveu o livro “Dossiê Herzog – Prisão, Tortura e Morte no Brasil”, que já está na sétima edição e constitui documento fundamental para a História do Brasil. Foi sócio-diretor da FPJ – Fato, Pesquisa e Jornalismo. Hoje é patrono do “Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão”, realizado pelo Instituto Vladimir Herzog desde 2009 e que já está em sua 13ª edição.

Um ano do lançamento de “Cartas da alteridade”

NENHUM MILAGRE É PEQUENO

o rumor da chuva cindiu o silêncio
esvaneceu o calor da noite sufocada
gotas caíam do céu, aroma de vida
consistência ao pó que se arrastava
tome para ti o trivial ocorrido
não questiones, nem te acanhes:
se notas, o milagre não é pequeno

(In “Cartas da alteridade”, Selo Demônio Negro, 2020)

Sobre autor

Edney Cielici Dias, poeta devotado ao ofício da palavra, é doutor em ciência política, economista, jornalista e editor.

Selo Demônio Negro
R$ 52,90
Frete grátis para todo o Brasil

www.facebook.com/cartasdaalteridade

Leia mais

Miguel dos Santos: Mãe dourada e Aurora

Nascido em 1944 em Caruaru-PE, reside e trabalha desde 1960 em João Pessoa. Considerado um dos maiores ceramista do país, é também pintor. Participou de dezenas de exposições individuais e coletivas em importantes galerias e museus no Brasil e no exterior – Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, João Pessoa, Brasília, Argentina, Bélgica, Chile, Colômbia, Dinamarca, Estados Unidos e Nigéria. Cria esculturas personalíssimas, com forte influência africana e do imaginário das lendas nordestinas, explorando com competência a composição figurativa de animais míticos e fantásticos. Característicos de seu trabalho são os totens, que chegam a medir 3 metros de altura. Suas peças são realizadas com o barro da própria região onde trabalha e queimadas em forno elétrico de alta temperatura. Participou do Movimento Armonial, criado por Ariano Suassuna, junto com outros artistas e intelectuais nordestinos. Miguel é autor de um magnífico painel cerâmico na fachada da sede do edifício da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba e três de seus totens decoram os jardins do Sítio Burle Marx, no Rio de Janeiro.

Contatos:
www.facebook.com/miguel.domingosdossantos
www.instagram.com/migueldossantos_
miguelddossantos1@gmail.com
WhatsApp: (83) 9 8744-5474

Marinaldo Santos: Produção recente

Marinaldo Santos nasceu em Belém do Pará, em 1961. Artista plástico e admirador da vida. É também pintor e desenhista autodidata. Em 1987 começou a realizar exposições individuais e coletivas, participando de mostras em todo o país e no exterior (Alemanha, Estados Unidos, Holanda, França). Recebeu inúmeros prêmios, entre eles o Grande Prêmio do Salão de Artes do Pará.

Contatos:
www.instagram.com/marinaldoartes
marinaldo.artes@hotmail.com
WhatsApp: (91) 9 9145 5415
marinaldoartes.wixsite.com/marinaldoartes

Chegamos a 100 mil páginas visitadas

O blog “Redescobrindo”, que iniciou-se em 2005, alcançou a marca dos 100 mil acessos nesse mês de novembro. Viva! Ele já tem 6.863 visitantes únicos, 624 posts publicados e 192 comentários aprovados. “Redescobrindo” originalmente foi o título de meu livro de poesia aqui publicado na íntegra. Além dele tenho postado ao longo desses 16 anos algumas pinturas minhas e outras matérias variadas que julguei interessantes ao internauta. Esse painel acima mostra minha foto do início do blog e alguns trabalhos artísticos meus.

Muito obrigado pelas visitas e pelo prestígio.

Abraços e retornem sempre,

Eduardo Matosinho