Cia. Teatral Pequenos Grandes Atores de volta ao SPAC: Reapresentação da peça teatral “Festa”

“Estamos de volta!! Dia 20/11, sábado, faremos uma apresentação da peça “Festa”, no Festival ACESC. Será no clube SPAC, às 20h00. Quem quiser assistir, é só passar o nome in box (Instagram logo abaixo), que colocamos na lista de convidados.
Estamos muito felizes de poder voltar ao palco, e a presença do público é muito importante pra dividir essa alegria! Venha comemorar com a gente! 🌟🍀❤️🙏🏻”

Texto acima e direção: Profª. Danielli Guerreiro (A peça conta com a participação de João Alexandre Matosinho)

SPAC – São Paulo Athletic Club (Clube Inglês)

Rua Visconde de Ouro Preto, 119, Consolação – CEP: 01303-060 – Telefone: (11) 3217-5944

Veja mais em: www.instagram.com/pequenosgrandesatores

Carmézia Emiliano: Mostra do 31º Programa de Exposições

Carmézia Emiliano (Maloca do Japó, Normandia, Roraima, 20 de abril de 1960) é uma artista plástica brasileira contemporânea. Indígena da etnia Macuxi, é considerada uma expoente da Arte Naïf, tendo participado das edições de 2014, 2012, 2010 e 2008 da Bienal Naïfs do Brasil. Ela pinta essencialmente representações do cotidiano indígena em Roraima.

Nascida na comunidade indígena de Maloca do Japó, mudou-se para Boa Vista (Roraima) em 1990, para trabalhar como empregada doméstica. Começou a pintar de forma autodidata a partir de 1992. Em 2005, conheceu Augusto Luitgards, que se tornou seu marchand e levou suas obras a circularem pelo país, participando de exposições e recebendo premiações.

Suas obras estão participando no momento da Mostra do 31º Programa de Exposições no Centro Cultural de São Paulo, Piso Caio Graco, exposição essa que se iniciou em 6 de novembro e seu horário de visitas é das 15 às 19 horas.

A indicação dessa artista para o blog veio de Gejo, O Maldito, que já visitou a mostra e recomenda.

Luli Hunt: Gravuras recentes

Luli Hunt atua há mais de 20 anos no setor artístico e cultural, trabalhando com galerias de arte, atelier de artistas, equipamentos culturais (Masp, Pinacoteca, Museu Paulista, entre outros) e em projetos culturais independentes. Sua empresa (Cidadania Corporativa) atua em diversos segmentos da produção cultural, desde a formatação de projetos para as leis de incentivo fiscal, produção integral do eventos, administração financeira e prestação de contas, atendendo clientes como Grupo Brasfanta, Bombril, Instituto Tomie Otake, Instituto de Arte Contemporânea, Museu Lasar Segall, SISEM, etc. Realiza, também, estudos e planos de marketing cultural para empresas.

Contatos:
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projetos@lulihunt.com.br
Fones: (11) 3865-3160 ou (11) 2495-5670

Primeiro episódio da websérie “Peripécias Menopáusicas”

“Amigos,
Desejo que estejam bem e saudáveis. Tomo a liberdade de lhe encaminhar o primeiro episódio da websérie “Peripécias Menopáusicas”. Uma produção independente, em 15 episódios semanais, que aborda com humor e informação um tema que é invisibilizado e cheio de tabus: o climatério e a menopausa.
Atualmente, no Brasil, são cerca de 16 milhões de pessoas vivendo essa etapa da vida. A OMS estima que em 2030 serão cerca de 1 bilhão de pessoas na menopausa.
Curta, comente, e, principalmente, compartilhe com amigos, parentes ou pessoas que possam se interessar. Sua contribuição na divulgação é essencial para a relevância que o tema merece.
Todas as semanas teremos lives com as especialistas que participaram dessa temporada trazendo informações e esclarecendo dúvidas sobre o assunto.
Inscreva-se e venha conosco nessa corrente!
📌 instagram.com/peripeciasmenopausicas
📌 facebook.com/peripeciasmenopausicas”

Joca Paciello: Formado em Economia pela USP, empresário, produtor e agente cultural e sócio-diretor da empresa Black River Produções Artísticas.

Irene Koga: Novidades da série “Mãos à obra”

Irene Koga

Nascida em 1946 em Santo Antônio da Platina – PR. Artista Plástica de Ourinhos – SP e atuante junto às artes visuais.

Irene Pereira de Oliveira Koga é uma artista nata e aos 12 anos de idade já pintava seus primeiros quadros, tornando-se uma destacada artista do Impressionismo, do Expressionismo e do Abstrativismo brasileiros dos últimos tempos. Dona de uma personalidade única, uma criatividade enorme e uma boa dose de ousadia, Irene se fez grande artista. Ela também foi atriz e cantora. Possui quadros disputados internacionalmente e obras presentes nos lares de muitas personalidades, como o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, Hebe Camargo, Vânia Bastos, Neide Tomas, Ray Conniff e mais de 600 obras espalhadas pelo exterior. Suas pinturas hoje constam no dicionário Artes Plásticas Brasil e Brasil Visão Artística.

Contatos:
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WhatsApp: (14) 9 9701-9272 ou (14) 9 9889-1493

Relançamento do livro de Fernando Pacheco Jordão “Dossiê Herzog: prisão, tortura e morte no Brasil”

O Instituto Vladimir Herzog (IVH) lançou no sábado (23/10), a 7ª edição do “Dossiê Herzog: prisão, tortura e morte no Brasil”. Além do texto original de Fernando Pacheco Jordão, a obra homenageia os milhares de colegas de profissão de Vlado que, em 1976, encaminharam à Justiça Militar o Manifesto “Em nome da verdade”, cobrando esclarecimentos sobre as circunstâncias da morte de Herzog, forjada pelos agentes da ditadura.

O livro traz ainda relatos de jornalistas que não puderam assinar o Manifesto à época, pois estavam presos ou sendo perseguidos. Trata-se, portanto, da publicação mais completa sobre o Caso Herzog, o que a torna um símbolo para a luta pelos direitos humanos e fortalecimento da democracia brasileira.

O evento de lançamento foi realizado em São Paulo na Praça Vladimir Herzog, Bela Vista, a partir das 10h30.

Rogério Pacheco Jordão, filho de Fernando, relatou que o evento foi muito legal. Esteve presente uma escola municipal de nome “Vladimir Herzog” com cerca de 50 alunos. Foi muito bacana, “foi uma aula a céu aberto”, como disse a diretora da escola. O vereador Eduardo Matarazzo Suplicy (3ª foto) esteve presente e fez um discurso. Compareceram uma centena de pessoas. Essa reedição foi feita pelo jornalista Mauro Malin, que atualiza o livro original de 1979, retomando histórias daquele período, acrescentando notas. Disse também que se em 1979 esse livro tinha o valor de reportagem agora ele se torna um livro de história, paradidático, sobre a história recente do Brasil.

Veja mais em:
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Valdir Ricardo: Pinturas abstratas

Valdir Ricardo Francisco, é natural de São José dos quatro Marcos (MT). Morava com sua mãe e seu padrasto na zona rural. Aos 8 anos de idade foi deixado em um orfanato na cidade de Cáceres-MT, no ano de 1989 foi transferido para outro orfanato na mesma cidade, onde teve acesso a várias denominações artísticas, mediante seus conhecimentos pela arte se apaixonou por artes plásticas, e acredita que a arte é transformadora, pois aquele pequeno jovem desacreditado e julgado pela sociedade como um perdido, ou mais um sem futuro, se apoiou aos ensinamentos da arte, vencendo o pré-conceito, a tristeza e até mesmo a ausência de seus pais, tornando um cidadão com olhar visionário, para a transformação da arte e cultura de uma sociedade com perspectiva de vida. hoje é artista plástico, arte-educador. Licenciatura em artes visuais, pela Unar Araras (SP) e geografia pela UNEMAT Cáceres (MT), especialização em educação para jovens e adultos (EJA). Atualmente é professor da educação básica na disciplina de arte, Seduc, na escola São Luiz em Cáceres-MT.

Contatos:
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vr.artes1@gmail.com
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José Prado Neto: desenhos

“Sou José Prado, artista visual, arquiteto e psicanalista.

Paulistano por adoção, natural de Bebedouro/ SP, vivendo em São Paulo desde 1968. Iniciei meus estudos superiores na Escola Politécnica de São Paulo, mas me transferir para a FAU/ USP onde me formei arquiteto urbanista em 1976. Foi na Faculdade de Arquitetura que tive minha formação em artes visuais como os artistas/ professores Flávio Motta, Renina Katz, Flávio Império, entre outros.

Depois como professor de arquitetura ensinei desenho no laboratório de linguagem arquitetônica da FAU/ USJT.

Minha fruição da arte e contato com os grandes mestres iniciou-se no Masp – Museu de Arte de São Paulo, onde eu fiz um curso de história da arte. E depois na Pinacoteca de São Paulo, onde dei aula arquitetura, na faculdade da Belas Artes, então ali localizada, por muitos anos.

Posteriormente em viagens internacionais tive oportunidade de ampliar meu repertório de arte, em estudos e observações em importantes museus da Europa, especialmente no Museu do Louvre e no Museu de Orsay, onde encontrei meu grande mestre: Henri Matisse, que fortemente me influenciou com seu desenho livre e suas cores forte e exuberantes.

Foi a pandemia com os seus isolamentos compulsórios e os atendimentos remotos de meus analisandos, que me predispôs a produção artística, primeiro com a utilização de pincéis hidrográficos e posteriormente com a técnica digital.

Meus trabalhos atuais são desenhos digitais desenvolvidos no programa PicCollage, buscando uma expressão gestual, tendo como base visual os grafites urbanos.

Utilizando em sua execução uma paleta de cores fortes, de luminosidade tropical, em linhas e planos sobrepostos.

Que para mim resultam composições expressionistas de grande carga simbólica.”

José Prado Neto – Artista, arquiteto, urbanista, contista e psicanalista

Contatos:
www.instagram.com/josepradoneto
WhatsApp: (11) 9 9846-0868

Antonio Prado: Ipê em São Paulo, Parque da Água Branca e Masp

Antonio José Corrêa do Prado nasceu em Bebedouro – SP e é economista (FEA-USP) e um pouco sociólogo, porque estudou três anos de sociologia (FFLCH-USP). É mestre e doutor em economia pelo Instituto de Economia da UNICAMP e foi professor da PUC-SP. Trabalhou por 23 anos no Dieese. Atuou também na Cepal-Chile. Trabalhou também na FAO em Roma, Itália. Atualmente reside em São Paulo.

Contato:
www.facebook.com/tonjose.prado