Iluminuras de Martha Barros e desenvolvimento APP Webcore de Bruna Pliger.
O silêncio branco: Álbum “Crianceiras”
Iluminuras de Martha Barros e desenvolvimento APP Webcore de Bruna Pliger.
Blog de Eduardo Matosinho – ematosinho@uol.com.br – WhatsApp: (11) 9 9781-4370
“Depois do fechamento da Galeria Monica Filgueiras em dezembro de 2019, com a qual trabalhei por 45 anos, resolvi organizar melhor meu trabalho recente em telas para apresentar ao futuro curador que gostaria de encontrar. Aproveito para apresentar a você este meu segundo álbum “Sunrise Sunset”. Logo virão os outros.”
Hedva Megged
Série de telas da artista Hedva Megged
A natureza, com seus elementos: céu, terra, mar, lagoas, colinas, campos, bosques, caminhos do entorno urbano e pessoas movimentando e presentes nestes cenários, é a fonte de inspiração para registrar em telas os aspectos pictóricos, gráficos e caligráficos, em cores, formas, gestos, linhas e texturas.
Grande influência sobre a autora, na interpretação artística da série “Elementos”, vem do gravador japonês da era Edo (1603 – 1868) Andô Hiroshge.
As telas são de linho puro, preparadas sobre chassis de madeira de cedro, incluindo moldura fina pintada.
A técnica da pintura: pigmentos puros são adicionados aos médiuns de acrílico de diferentes espessuras; uns cintilantes, alguns opacos e outros ásperos, aplicados em muitas camadas sobrepostas, mudando assim os reflexos da luminosidade e os efeitos lustrosos, vitalizando a imagem surpreendentemente.
O projeto das telas cujo nome “Elementos” começou ainda nos anos 90 e continua sendo o tema que envolve todas as telas que tenho trabalhado desde então. A inspiração sempre vem da minha vivencia sensorial e emocional ao andar na cidade descobrindo e me surpreendendo com os novos elementos perceptivos em diferentes momentos natureza & pessoas.
Espero poder compartilhar com você sempre, a minha jornada com as artes.
Peças do vestuário-arte da minha autoria encontram-se em:
Loja Debora Quer: Rua Haddock Lobo, 937 – (11) 3086-3466 – São Paulo
Loja IT Instituto Tomie Ohtake: Rua Coropés, 88 – (11) 3554-0737 – São Paulo
Loja Obra Ipanema – Rua Visconde de Pirajá, 550, Loja 315 – (21) 9 9815-8484 – Rio de Janeiro
Hedva Megged, nascida em Israel, pós-graduada pela Escola de Belas-artes em Tel-Aviv. Aperfeiçoou seus estudos com o artista e mestre David Alfaro Siqueiros trabalhando nos seus murais no México. Realizou inúmeras exposições individuais e participou de outras tantas coletivas; Alcançou vários prêmios e foi notificada em muitas publicações. Vive no Brasil desde 1972 atuando nas manifestações e suportes das artes visuais e atualmente – desde 1990 – está engajada no movimento “Vestir-se com arte”.
Contatos:
www.facebook.com/hedva.megged
www.instagram.com/hedvamegged
hmegged@gmail.com
Rodrigo Tenório
Casado, 38 anos, artista plástico desde 2002, radicado em Angra dos Reis, Rio de Janeiro, acadêmico do Ateneu Angrense de Letras e Artes desde 2010. Autodidata, começou sua carreira incentivado pelo artista plástico argentino Júlio Artusi, bastante conhecido por pintura de fundo de mar. Participou de diversos concursos e obteu diversas premiações como por exemplo medalhas de 2 vezes ouro, 4 vezes prata e 3 vezes bronze, no colégio naval de Angra dos Reis, concurso realizado pela Sociedade Acadêmica Greenhalg, agraciado com a medalha de Cunhambebe em 2010 pelos relevantes serviços prestados à cultura de Angra. Tem trabalhos nos seguintes países: 1 trabalho na Espanha, 3 trabalhos em Portugal e 1 trabalho na Austrália. Sua arte é inspirada nas cores e belezas de Angra dos Reis, retratando alegria em traineiras, em peixes e tem grande apreço também pelo abstracionismo.
Exposições :
2004 – Casa de Cultura de Angra dos Reis;
2005 – Casa de Cultura do Abraão em Ilha Grande, Angra dos Reis;
2006 – Hotel Porto Galo em Angra dos Reis e
2006 – Hotel Porto Real em Angra dos Reis.
Hoje tem seus trabalhos à venda em um espaço do Boulevard de lojas do Hotel Fasano em Angra dos Reis.
Tem como ídolos artistas como Júlio Artusi, Alfredo Volpi e Van Gogh, gosta de pintar com cargas pesadas de tinta para obter a iluminação desejada, se aproximando muito do expressionismo.
Contatos:
www.instagram.com/rodrigotenorio54
www.facebook.com/rodrigo.tenorio.104
rodrigotenorio54@bol.com.br
WhatsApp: (24) 9 9872-6274
Biba Rigo
47 anos, vive e atua em São Paulo. Formada em Educação Popular pela PUC-SP, estudou pintura com o artista Juan Balzi e xilogravura no Espaço Coringa. Foi fundadora, gestora e curadora da Casa de Tijolo. Participou de diversas exposições no estado de São Paulo e em outras regiões do Brasil. Expos trabalhos na França e em Cuba, incluindo a 9° Bienal de Havana.
Formação:
Educação Popular / PUC-SP
Pintura / Atelier Juan Balzi
Xilogravura / Espaço Coringa
Arte Contemporânea na Educação / Instituto Tomie Otake
História da Arte Contemporânea / O barco – Agnaldo Faria
Uma escola para Todos / Instituto Mais Diferenças – Jorge Larrossa
Contatos:
www.instagram.com/bibarigo
www.facebook.com/biba.rigo
“Meu nome é Andreza, sou paulista e pinto quadros personalizados com a história dos meus clientes.”
Andreza Katsani
Contatos:
www.facebook.com/andrezakatsaniartes
www.instagram.com/andrezakatsaniartes
WhatsApp: (11) 9 5740-9962
Transitando com a idéia posta
Em nada deste mundo
A não ser o direito de passagem
Eu desfruto a estrada por
Efeito de lei –
Vi
Um homem de idade
Que sorriu e desviou o olhar
Para o norte, além de uma casa –
Uma mulher azul
Que estava rindo e se
Inclinando para a frente
A fim de olhar o rosto meio
Voltado do homem
E um menino de uns oito anos que
Olhava para o meio da
Barriga do homem
Para uma corrente de relógio –
A suprema importância
Desse inominado espetáculo
Fez com que acelerasse
Ao passar por eles sem palavra –
Por que me importaria o rumo?
E lá fui rodando sobre as
Quatro rodas do meu carro
Pela estrada molhada até
Que vi uma moça com uma pedra sobre
O parapeito de um balcão
William Carlos Williams (Rutherford, Nova Jersey, Estados Unidos, 17 de setembro de 1883 — 4 de março de 1963). In “Spring and all”, 1923
Eu sou a que no mundo anda perdida
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
Sou a crucificada… a dolorida…
Sombra de névoa tênue e esvaecida,
E que o destino amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida!…
Sou aquela que passa e ninguém vê…
Sou a que chamam triste sem o ser…
Sou a que chora sem saber por quê…
Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver
E que nunca na vida me encontrou!
Florbela Espanca (Vila Viçosa, Portugal, 8 de dezembro de 1894 — Matosinhos, Portugal, 8 de dezembro de 1930)