Mês: novembro 2025
A Charles Baudelaire
Carlos também,
embora sem
flores nem aves,
vinho nem naves,
eu te remeto
este soneto
para saberes,
se acaso o leres,
que existe alguém
no mundo, cem
anos após,
que não vaiou
e nem magoou
leu albatroz
Carlos Pena Filho (Recife, Pernambuco, 17 de maio de 1929 — Recife , Pernambuco, 1 de julho de 1960)
Liza Minnelli
A jovem Liza Minnelli, filha da atriz Judy Garland e do diretor Vincente Minnelli, tornou mundialmente conhecida em 1972 por sua interpretação de Sally Bowles no filme musical “Cabaret”. Trata-se de uma produção requintada do coreógrafo e diretor Bob Fosse e apontado com um dos maiores musicais da história. No final da década de 1970 Bob Fosse lançou “All That Jazz – O show deve continuar” (fazendo referência à sua própria obra), vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes em 1980, ao lado de “Kagemusha”, de Akira Kurosawa, e indicado a vários Oscars, inclusive o de melhor filme. A narrativa acompanha Joe Gideon (Roy Scheider), diretor de teatro e coreógrafo que se divide entre um novo musical da Broadway e um filme que ele aceitou dirigir, sobre um comediante (Cliff Gorman).
Pequeno retrato
Cheguei pequena de Campo
Maior e hoje vivo na cidade
grande fazendo muitas
amizades bonitas de se ver
Gosto do que é bom e quero
a minha felicidade e a do
outro, pois a vida é única
e não devemos desperdiçar
Meu sonho se realizou, pois
este ano me torno adulta
e posso partir em voo próprio
em busca do que sempre sonhei
Sou escorpião e não nego meu
destino, pois sou de luta e
de perspicácia. Sonho alto
e um dia encontrarei meu ser
Rita Baron: Continua pintando e mostra novas obras
Mar moderno, Tucano, Moça na bicicleta e Árvore moderna: Quadros Pintados a mão – São Paulo
“Sou uma artista plástica autodidata e desde criança tenho interesse pela pintura! Porém na correria e exigências da vida, me formei em Marketing e fui trabalhar em vendas de TI, o que não me permitia dedicar às artes como gostaria. Em 2015, decidi pintar uma tela e desde então não parei mais! Gosto da pintura abstrata e tudo flui desde o delicado ao rústico de cores naturais a cores metálicas, tudo que faço é uma expressão de sentimentos, nada é planejado, a harmonia das cores e as misturas entre elas me encantam e inspiram! Trabalho com tinta acrílica, pasta de modelagem e outros materiais que no final dão efeito especial. Tenho dois seguimentos, linha natural e linha metálica. Meus trabalhos são feitos com coração e alma! Pintar, transformar, intuir, de cores normais às cores metálicas. “
Rita Baron – Ateliê Arte Dourada
“Desde criança gostava de desenhar e pintar, mas com as imposições do dia a dia, se formou em Marketing e trabalha na área de TI/ vendas. Em 2015 voltou a pintar e criar obras em abstrato, florais, Expressionismo e Cubismo e quer levar sua arte a todos que apreciam. Pintar, transformar, intuir, tudo flui desde o delicado ao rústico, de cores normais às cores metálicas. As obras plásticas de Rita Baron, nos levam a pensar em ousadia, por que cores metálicas? Psicodélico é uma das telas criadas pela artista em 3D, é caracterizado pela percepção de aspectos da mente anteriormente desconhecidos, inusitados ou pela exuberância criativa livre de obstáculos, ou seja, pinturas em tela com cores fortes, brilhantes e cintilantes que nos remetem de que a vida é tão bonita e mais ainda com um toque de brilho! A artista plástica consegue nos passar de que é possível desenvolver uma abstração rústica e charmosa, para ambientes sofisticados e simples ao mesmo tempo! Segundo a artista: “Não há regras para as cores, elas existem e nós artistas, temos o dever de mostrá-la ao mundo, essa é a nossa missão!”
Oscar D’Ambrosio – Doutor em Educação, Arte e História da Cultura; Assessor de comunicação e imprensa
Exposições
Anjos Art Gallery – Espaço Paulista de Arte
Participação da Agenda de Arte 2018
Mulheres – Centro Cultural Mestre Assis de Embu – Março/2018
Contatos:
www.facebook.com/rita.baron.9
www.instagram.com/baron.rita
baron.rita@gmail.com
Cel.: (11) 9 8083-4341
ritabaron.wixsite.com/ritabaron
Figuras boiando: Mancha espiral azul e vermelha
Comentário a respeito de John
Saia do meu caminho
Eu prefiro andar sozinho
Deixem que eu decida a minha vida
Não preciso que me digam
De que lado nasce o Sol
Porque bate lá meu coração, hmm
Sonho e escrevo em letras grandes de novo, hmm
Pelos muros do país
João, o tempo
Andou mexendo com a gente, sim
John, ahn, eu não esqueço
Oh no, oh no
A felicidade é uma arma quente
Quente, quente, ieh
Saia do meu caminho
Eu prefiro andar sozinho
Deixem que eu decida a minha vida
Não preciso que me digam
De que lado nasce o Sol
Porque bate lá meu coração, hmm
Sob a luz do teu cigarro na cama, hmm
Teu rosto rouge, teu batom me diz
João, o tempo
Andou mexendo com a gente, sim
John, eu não esqueço
Oh no, oh no
A felicidade é uma arma quente
Quente, quente, ieh, ieh
Antônio Carlos Belchior, mais conhecido como Belchior (Sobral, Ceará, 26 de outubro de 1946 – Santa Cruz do Sul, Rio Grande do Sul, 30 de abril de 2017) / José Luiz de França Penna (Natal, Rio Grande do Norte, 27 de dezembro de 1945). Canção de 1978
Sei lá, mil coisas
Coisas de partir
Tento empurrar-te de cima do poema
para não o estragar na emoção de ti:
olhos semi-cerrados, em precauções de tempo,
a sonhá-lo de longe, todo livre sem ti.
Dele ausento os teus olhos, sorriso, boca, olhar:
tudo coisas de ti, mas coisas de partir…
E o meu alarme nasce: e se morreste aí,
no meio de chão sem texto que é ausente de ti?
E se já não respiras? Se eu não te vejo mais
por te querer empurrar, lírica de emoção?
E o meu pânico cresce: se tu não estiveres lá?
E se tu não estiveres onde o poema está?
Faço eroticamente respiração contigo:
primeiro um advérbio, depois um adjectivo,
depois um verso todo em emoção e juras.
E termino contigo em cima do poema,
presente indicativo, artigos às escuras.
Ana Luísa Amaral (Lisboa, Portugal, 5 de abril de 1956 – Porto, Portugal, 5 de agosto de 2022). In “Coisas de partir”, Lisboa: Gótica, 2001