Inventaram a escrita
Que no início era
Massa bruta
E de tanto lapidar frases
E juntar palavras
Surgiram os poetas
O amor não existe!
Exclama o descrente
Mas vemos que
Não é o que dizem
A maioria dos poemas
No entanto,
(Como a vida)
Alguns poemas são duros
E descartam o amor
Mas a poesia como
Um todo segue
No culto do muito
Amor que ainda resta
E que inspira a feitura de versos
Que ficarão para sempre
E lutarão pelo amor –
Real sentido da existência
11/Nov/2006
Autor: ematosinho
Eduardo Matosinho tem 61 anos, nasceu em Ourinhos - SP em 1964 e é economista e sociólogo com bacharelados pela Universidade de São Paulo (USP). É casado com Luiza Maria da Silva Matosinho e com ela tem um filho de nome João Alexandre da Silva Matosinho. Mora em São Paulo e trabalha na Galeria Pontes, dedicada à arte popular brasileira contemporânea (https://www.galeriapontes.com.br/), onde já está há 18 anos. Sempre apreciou pintar e pesquisar sobre a história da arte e seus artistas. Começou a estudar artes plásticas em sua juventude vivida em sua cidade natal com o professor Francisco Claudio Granja (1976-1978). Em São Paulo estudou desenho e pintura em cursos ministrados em um Ateliê Livre por Valdir Sarubbi (1980–1983 e 1998–2000) e pintura com Selma Daffrè (2000-2003).
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