“Nunca se é homem enquanto se não encontra alguma coisa pela qual se estaria disposto a morrer”. In “A Idade da Razão”, 1945
“Não há necessidade de grelhas, o inferno são os outros”. In “Entre Quatro Paredes”, 1945
“Ser-se livre não é fazermos aquilo que queremos, mas querer-se aquilo que se pode”. In “O ser e o nada: ensaio de ontologia fenomenológica”, Rio de Janeiro, Ed. Vozes, 1997
“Cada homem deve inventar o seu caminho”. In “A Idade da Razão”, 1945
“O homem não é nada mais do que aquilo que faz a si próprio”. In “Entre Quatro Paredes”, 1945
“Não fazemos aquilo que queremos e, no entanto, somos responsáveis por aquilo que somos’. In “O Existencionalismo é um Humanismo”, 1946
Jean-Paul Sartre (Paris, França, 21 de junho de 1905 – Paris, França, 15 de abril de 1980)
Autor: ematosinho
Eduardo Matosinho tem 61 anos, nasceu em Ourinhos - SP em 1964 e é economista e sociólogo com bacharelados pela Universidade de São Paulo (USP). É casado com Luiza Maria da Silva Matosinho e com ela tem um filho de nome João Alexandre da Silva Matosinho. Mora em São Paulo e trabalha na Galeria Pontes, dedicada à arte popular brasileira contemporânea (https://www.galeriapontes.com.br/), onde já está há 18 anos. Sempre apreciou pintar e pesquisar sobre a história da arte e seus artistas. Começou a estudar artes plásticas em sua juventude vivida em sua cidade natal com o professor Francisco Claudio Granja (1976-1978). Em São Paulo estudou desenho e pintura em cursos ministrados em um Ateliê Livre por Valdir Sarubbi (1980–1983 e 1998–2000) e pintura com Selma Daffrè (2000-2003).
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