Como é lindo o nosso popular, ensinando de sua forma à viver

A esperança é a última que morre
A maré não tá pra peixe
A mentira tem perna curta
A pressa é inimiga da perfeição
A união faz a força
Água mole em pedra dura tanto bate até que fura
Águas passadas não movem moinhos
Antes só do que mal acompanhado
Cachorro que late não morde
Cada macaco no seu galho
Cão que ladra não morde
Cortar o mal pela raiz
De grão em grão a galinha enche o papo
De mãos abanando
Depois da tempestade vem a bonança
Despir um santo para vestir outro
Deus ajuda quem cedo madruga
Em boca fechada não entra mosca
Em casa de ferreiro, espeto de pau
Estar no mato sem cachorro
Filho de peixe, peixinho é
Gato escaldado tem medo de água fria
Mais vale um pássaro na mão do que dois voando
Não adianta chorar sobre o leite derramado
Nos menores frascos estão os melhores perfumes
O barato sai caro
O remendo ficou pior do que o soneto
Pau que bate em Chico, bate em Francisco
Pau que nasce torto, morre torto
Quando a porca torce o rabo
Quem canta seus males espanta
Quem espera sempre alcança
Quem não arrisca, não petisca
Quem não chora, não mama
Quem semeia vento, colhe tempestade
Quem vê cara não vê coração
Roupa suja se lava em casa
Saco vazio não para em pé
Um dia é da caça, outro do caçador

Ou no dizer de uma colaboradora do blog:

Isso tudo lembra Jung: “Não Freud e nem sai de cima”

Autor: ematosinho

Eduardo Matosinho tem 61 anos, nasceu em Ourinhos - SP em 1964 e é economista e sociólogo com bacharelados pela Universidade de São Paulo (USP). É casado com Luiza Maria da Silva Matosinho e com ela tem um filho de nome João Alexandre da Silva Matosinho. Mora em São Paulo e trabalha na Galeria Pontes, dedicada à arte popular brasileira contemporânea (https://www.galeriapontes.com.br/), onde já está há 18 anos. Sempre apreciou pintar e pesquisar sobre a história da arte e seus artistas. Começou a estudar artes plásticas em sua juventude vivida em sua cidade natal com o professor Francisco Claudio Granja (1976-1978). Em São Paulo estudou desenho e pintura em cursos ministrados em um Ateliê Livre por Valdir Sarubbi (1980–1983 e 1998–2000) e pintura com Selma Daffrè (2000-2003).

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