Obrigado por ser a pedra na qual às vezes tropeço.
Para aprender que após a queda é necessário se levantar.
Obrigado por ser o espinho que às vezes me fere para mostrar-me que na vida nem tudo são flores.
Obrigado por ser o amigo que sorri comigo quando estou feliz e nas brincadeiras divide comigo momentos de alegria.
Obrigado por ser esse alguém que na hora das minhas dúvidas, percebe minha tristeza e me recebe de braços abertos.
Obrigado por ser meu exemplo, meu herói e por implantar teu caráter em mim.
Obrigado por ser essa parte de mim que me faz sentir que estais presente aqui, obrigado por ser meu pai.
Costa Paula (Várzea Grande, Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 1957). Poema escrito para seu pai, Abílio Antunes da Costa, e me enviado por WhatsApp pelo autor por ocasião do Dia dos Pais de 2025
Autor: ematosinho
Eduardo Matosinho tem 61 anos, nasceu em Ourinhos - SP em 1964 e é economista e sociólogo com bacharelados pela Universidade de São Paulo (USP). É casado com Luiza Maria da Silva Matosinho e com ela tem um filho de nome João Alexandre da Silva Matosinho. Mora em São Paulo e trabalha na Galeria Pontes, dedicada à arte popular brasileira contemporânea (https://www.galeriapontes.com.br/), onde já está há 18 anos. Sempre apreciou pintar e pesquisar sobre a história da arte e seus artistas. Começou a estudar artes plásticas em sua juventude vivida em sua cidade natal com o professor Francisco Claudio Granja (1976-1978). Em São Paulo estudou desenho e pintura em cursos ministrados em um Ateliê Livre por Valdir Sarubbi (1980–1983 e 1998–2000) e pintura com Selma Daffrè (2000-2003).
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