Ricardo Alves, Lemerci, Alice Almeida e Albert: artistas destacados na versão anterior do blog “Redescobrindo”

Ricardo Alves – Rio Claro, SP, 1988
Vive e trabalha em São Paulo, SP
Indicado ao Prêmio PIPA 2021

Seus trabalhos mais recentes têm sido marcados por um sentimentalismo que se manifesta ao trazer para a pintura os momentos decantados pela memória pessoal, reforçando um tom de cerimônia e afeto. Isso é construído com uma superfície pictórica de aspecto denso e tátil, de fortes contrastes e com a participação de faíscas, luzes e cores reluzentes. Destaca-se ainda a importância da repetição de uma variedade de figuras emblemáticas, que se incorporam paulatinamente ao universo do artista. Graduado pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) participou de mostras coletivas em cidades como São Paulo/SP, Ribeirão Preto/SP, Rio de Janeiro/RJ, Belém/PA, Nova York/USA, Londrina/PR, Tsukuba/Japão, entre outras. Foi premiado nos salões de arte de Ribeirão Preto, Santo André e Guarulhos através dos quais teve obras incorporadas aos acervos públicos desses locais. Realizou as primeiras mostras individuais em 2016, na Galeria Sancovsky em São Paulo capital e no Museu de Arte de Ribeirão Preto/SP. Em 2023, participou da exposição coletiva “Bufê Dinamite”, no Caroço Projetos; e em 2024, realizou em dupla com André Bontorim a exposição “Problemas com nomes”, no Massapê Projetos, ambas em São Paulo/SP.

Site: www.alvesricardo.com


Lemerci – Nasceu em Pernambuco e cresceu em Fortaleza
É uma artista autodidata

“Le merci” é uma referência ao nome da artista plástica brasileira Miriam Merci e também a uma exposição do artista brasileiro Gustavo Rezende, intitulada “Merci Merce”. Miriam Merci é conhecida por suas obras que retratam a cultura popular do Nordeste do Brasil, enquanto a exposição de Gustavo Rezende explora seu processo criativo através de vídeo, desenho, relevos e esculturas. A artista plástica Miriam Merci recria imagens do universo tradicional do Nordeste brasileiro, utilizando cores vibrantes para retratar temas como forró, ciranda, bumba-meu-boi e a cultura negra.


Alice Almeida – Nasceu em 2000, em Almada, Portugal

Alice Almeida descobriu desde pequena que tinha como grande paixão as artes, principalmente o desenho. Tinha como grande sonho ser pintora, e com a idade, o sonho maturou para tornar-se artista plástica. Nestes últimos anos, participou em diversas exposições coletivas, tendo como maior destaque a exposição do Prémio Árvore das Virtudes de 2023, na Cooperativa Árvore, e a participação na XI Bienal de Pintura de Pequeno Formato de Alhos Vedros de 2024, em Alhos Vedros. Teve a sua primeira exposição individual em Abril de 2024, com o nome de Corpus Verum, no Tejo Bar. Teve a sua segunda exposição individual no Edifício Central do Município, Campo Grande, Ode ao Efémero. O seu trabalho gira em torno do tema da fragilidade do corpo e a procura de o proteger dessa finitude. Tende a trabalhar mais com a gravura, combinando com diferentes materiais e técnicas. Procura criar corpos a partir do original, e talvez assim, preserva-los no tempo e no espaço. Em 2022 realizou a residência artística, Quarry Sonnets, na Serra de Aire e Candeeiros, e em 2024 participou na residência artística em Lom, Water Tower Art Residency, na Bulgária.


Albert – Artista plástico

Conhecido simplesmente por Albert, Marcelo Albert é professor, desenhista, arte-finalista, artista plástico, fotógrafo, compositor, tatuador e pai. Formado na Escola Guignard- UEMG e com mestrado na ULisboa.

www.instagram.com/marceloalbert_

Nota: O blog “Redescobrindo”, editado por mim, iniciou-se em 22 de agosto de 2005 e completou 20 anos no ar nessa última sexta-feira. A sua primeira versão ficou no ar até 23 de maio de 2019 e beirou os 30 mil acessos. Em homenagem à essa data resgatei em meu computador imagens “perdidas” desses artistas acima, talentos que descobri pesquisando e navegando na época.

Autor: ematosinho

Eduardo Matosinho tem 61 anos, nasceu em Ourinhos - SP em 1964 e é economista e sociólogo com bacharelados pela Universidade de São Paulo (USP). É casado com Luiza Maria da Silva Matosinho e com ela tem um filho de nome João Alexandre da Silva Matosinho. Mora em São Paulo e trabalha na Galeria Pontes, dedicada à arte popular brasileira contemporânea (https://www.galeriapontes.com.br/), onde já está há 18 anos. Sempre apreciou pintar e pesquisar sobre a história da arte e seus artistas. Começou a estudar artes plásticas em sua juventude vivida em sua cidade natal com o professor Francisco Claudio Granja (1976-1978). Em São Paulo estudou desenho e pintura em cursos ministrados em um Ateliê Livre por Valdir Sarubbi (1980–1983 e 1998–2000) e pintura com Selma Daffrè (2000-2003).

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