Quando amas uma donzela
Não esqueces jamais
Uma volúpia de verão
De furar sua panela
Uma mulher pura se banha
Num bidê de torneiras aguçadas
Um sabão rola no chão
Um tombo lhe afeta – despurifica-se
Blog de Eduardo Matosinho – ematosinho@uol.com.br – WhatsApp: (11) 9 9781-4370
Quando amas uma donzela
Não esqueces jamais
Uma volúpia de verão
De furar sua panela
Uma mulher pura se banha
Num bidê de torneiras aguçadas
Um sabão rola no chão
Um tombo lhe afeta – despurifica-se
Mundo da escuridão:
Os sonhos seriam
A revelação nua do
Subconsciente
Luz e imagem retida
E todo o sentimento
Acumulado
Brilho escuro, nunca vi:
Ou será que a noite não tem brilho?
Sinto algo que tem luz, em meus olhos.
_ Talvez seja o resto da intensa iluminação da cidade morta.
Em minhas fugas pelo luar…
… Só vejo vagalumes e a sua imagem me excitando na escuridão,
Faz que eu bloqueie meus passos e sente perto de algo escuro nesta noite que não vejo.
_ O que vejo é a sua imagem tentadora, que me excita.
Algo se mexe num arbusto, nem ligo, a imagem é iluminada pela luz armazenada e você está rodando e como sempre me censurando, com isso, meu amor à desobediência reina – como é normal em todos os homens.
Nem sei o que tu me censuras, mas seja o que for não escutarei, pisarei nela e a chuparei para dentro de mim.
Jogarei-a para as profundezas da noite, e quem sabe, sozinho, pensarei na própria escuridão
Pois o resto de luz foi-se também.
A arte
é feita
na cara e
na coragem
Alameda
Ademala
Dema
Ala
Daelhaa
Maravilha
Ahlivarar