Nova peça teatral de João Alexandre prestes a estreiar

O artista morre no final

🎭🙏🏻🍀🖤

“A família Alberman está em luto. Ninguém imagina quem possa ter interrompido vida e carreira de uma pessoa tão bacana, talentosa e inofensiva. O público é convidado a testemunhar a investigação, e tentar, junto ao detetive Pascoal, desvendar o mistério envolvendo esse crime silencioso e aparentemente sem pistas. Os suspeitos? Todos, inclusive você!”

Danielli Guerreiro – Diretora

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Bibli-Aspa
Rua Baronesa de Itu, 639 – Santa Cecília, São Paulo – SP (Próximo ao Metrô Marechal)
Telefone: (11) 3667-6077

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Valdir Ricardo: Obras abstratas produzidas recentemente

Valdir Ricardo Francisco, é natural de São José dos quatro Marcos (MT). Morava com sua mãe e seu padrasto na zona rural. Aos 8 anos de idade foi deixado em um orfanato na cidade de Cáceres-MT, no ano de 1989 foi transferido para outro orfanato na mesma cidade, onde teve acesso a várias denominações artísticas, mediante seus conhecimentos pela arte se apaixonou por artes plásticas, e acredita que a arte é transformadora, pois aquele pequeno jovem desacreditado e julgado pela sociedade como um perdido, ou mais um sem futuro, se apoiou aos ensinamentos da arte, vencendo o pré-conceito, a tristeza e até mesmo a ausência de seus pais, tornando um cidadão com olhar visionário, para a transformação da arte e cultura de uma sociedade com perspectiva de vida. hoje é artista plástico, arte-educador. Licenciatura em artes visuais, pela Unar Araras (SP) e geografia pela UNEMAT Cáceres (MT), especialização em educação para jovens e adultos (EJA). Atualmente é professor da educação básica na disciplina de arte, Seduc, na escola São Luiz em Cáceres-MT.

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Leonardo Almeida: Charles, BMW 1970 e Autorretrato

Leonardo Almeida – Designer e diretor de arte: Fundador da L2A Design. Formado em Desenho Industrial com habilitação em Programação Visual, atuando nas áreas de Direção de Arte, UX Design, UI Design, Design de Marcas, Fotografia, Ilustração e Design Gráfico.

✍🏼 Artista Multidisciplinar
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Joca Paciello (Série “Lisboa”): Linhas, Elevador de Santa Justa e Exposição “Archipelago Hervê di Rosa”, Museu Maat

Fotos tiradas por Joca Paciello: Formado em Economia pela USP, empresário, produtor e agente cultural e sócio-diretor da empresa Black River Produções Artísticas.

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Herê Fonseca: Sua arte

Herê Fonseca vive e trabalha em Diamantina, MG. Nasceu em 1975, em Alfenas, MG, morou em Sorocaba, SP; em Cuiabá, MT; no Rio de Janeiro, RJ; em Vitória, ES e em Piracicaba, SP. Trabalhou no atelier do pai, Tião Fonseca, com esculturas e diversas técnicas em artes plásticas. Tem curso superior em Artes Plásticas, com licenciatura em Educação Artística, Tatuí, SP. Realizou vários cursos de aperfeiçoamento em Artes Visuais entre eles Arte e Cidade na Universitat Politecnica da Catalunya, Barcelona, Espanha, em 2006 e O exercício e a Compreensão das Artes Plásticas Contemporâneas na Pinacoteca Miguel Dutra, Piracicaba, SP, em 2007.
Foi selecionado e catalogado pelo Mapa Cultural Paulista expondo na Sala São Paulo da Estação Julio Prestes com a obra “Defesa”. Selecionado pelo 6º Salão de artes plásticas de Cerquilho, SP, na modalidade pintura.
Entre as exposições individuais estão: Fragmentos, traços e cacos em composição, 2018, Pátio Cianê, Sorocaba, SP; Combinatórias, 2017, Hall da Câmara Municipal de Sorocaba; Combinatórias, 2016, Galeria do Palacete Scarpa, Musicarte no hall do Teatro da UFMT, 2015; Cubo Negro no MACP e Pavilhão das Artes em Cuiabá, 2011, curadoria de Ludmila Brandão; Trilhas dos traços, no MISC, Cuiabá MT, 2010; Esculturas em Movimento na Casa de Cultura da América Latina em Brasília, DF, 2009; Oscilações no Sesc Arsenal em Cuiabá, MT, 2009; Exposição de máscaras no Atelier Herê Fonseca em Piracicaba, SP, 2008; Aéreas, na Galeria Unimep, Piracicaba, SP, 2005; Espaço aquário em Votorantim, SP, 2003; Garatujas ao vento na Casa do Povoador, Centro Cultural da Rua do Porto em Piracicaba, SP, 2001, Ensaios, na Galeria UNIMEP, 1998.
Realizou várias exposições coletivas entre elas: O que é que a cidade tem? curadoria de José Serafim Bertoloto em 2015; Percurso no MACP curadoria de Aline Figueiredo em 2014; In Dios sincronias no MACP Cuiabá, MT , 2013; Mostra de Arte Contemporânea Pavilhão das Artes Cuiabá, MT, 2012; Panorama das Artes mato-grossenses, PAM, 2012, Circuito Cultural Setembro Freire, Pavilhão das Artes, Cuiabá, MT, 2010; Mostra de Arte Contemporânea no Engenho Central, Piracicaba, SP, 2004; Fragmentos e Segmentos da Arte Contemporânea, Galeria do Teatro Losso Neto, Piracicaba, SP, 2000.
Entre as cenografias estão a do curta-metragem Bolhas de Sabão desmancham no ar e Licor de Pequi de Marithe Azevedo. Trabalha com esculturas aéreas em movimento, esculturas estáveis, tempera sobre papel, acrílico sobre tela, murais, esculturas em argila, máscaras, empapelamentos, pinturas em seda, objetos. De 2009 a 2015 participou de intervenções/poéticas urbanas na cidade de Cuiabá com o coletivo à deriva, prêmio Salão Jovem Arte de 2012 com a instalação Cidade Reinventada.

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Leonardo Santiago: Duas imagens do mar

“E aí, tudo jóia? Que tal dar um presente diferente pra quem você gosta? E um presente pra você mesmo? E um presente pra sua mamãe, no dia das mães? Olha que legal essas impressões das telas que pintei! Tem com moldura e sem moldura, em tamanho de folha A4 (29,7 cm x 21,0 cm). Se você gostar de outra imagem no Instagram (veja abaixo), e desejar ter a tela ou a impressão da tela, é só me falar! Ah, se você gostou, peço a sua ajuda pra divulgar o meu trabalho com a pintura. Muito obrigado.

  • Impressão tamanho A4 com moldura – R$50,00
  • Impressão tamanho A4 sem moldura – R$ 30,00

Envio para todo o Brasil. A taxa de correio é à parte e é calculada conforme o preço dos correios.”

Leonardo Santiago

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Luiz Tananduba: Nascimento de Cristo e O pescador

Luiz Tananduba nasceu em 12 de agosto de 1972 na cidade de Caiçara, interior da Paraíba. Começou a pintar em 1985, com orientação do artista plástico Alexandre Filho, seu pai adotivo, com quem desenvolveu uma pintura de forte expressividade, estruturando uma temática com expressão para o homem do campo.

Ele é um grande exemplo de arte intrínseca. Seu dom corre em suas veias; e sua forma, de ver e narrar o mundo, transborda os limites de suas telas. Sua longínqua carreira teve início quando ele ainda era uma criança. Aos dez anos já tinha a vontade, aos quinze teve a certeza. Com dezoito anos, a primeira exposição: “Paixão de Cristo em outdoor”, que movimentou o Parque Sólon de Lucena no início dos anos 90. Premiado, o artista plástico de 50 anos acumula prêmios e exposições. Desde 1985 assina as suas obras, sendo o ano de 1991 o início de sua coroação, pois no mesmo ano, veio o seu primeiro salão e consequentemente o seu primeiro prêmio – ambos na quinta edição do SAMAP (Salão Municipal de Artes Plásticas). No ano seguinte, no mesmo evento, uma bancada com grandes nomes das artes plásticas brasileiras (Heitor Reis, Chico Liberato e Raul Córdula, por exemplo), o premiou com o título de artista do ano, em 1992. Integrante de cinquenta e duas exposições coletivas, também foi premiado na Bienal de Pequenos Formatos do SESC, em 2010. Além disso, foi escolhido para ilustrar a capa do livro “Tribulaciones de una hormiga” (2013), da autora argentina Maria Isabel Saavedra.

Seu nome e sua obra serviram de fonte e inspiração para o livro “Arte popular brasileira” (2009), o resultado de uma parceria entre Editora Decor e o Ministério da Cultura. Outra edição do livro está prevista para ser lançada no próximo ano. Dar as informações, os dados da carreira etc. são uma parte da ação. Compreender a profundidade do trabalho de Luiz Tananduba vai muito mais a fundo, pois, a Arte naïf, a qual emprega, traz alma e vida em cores e traços. Sua essência está ali, bem aos nossos olhos. A simbologia de cada quadro e sua representação semiótica vão diretamente ao choque, da vida e do verdadeiro eu. Sua forma de ver e narrar o mundo, encantam. Esse é Tananduba, um poeta nas palavras e um gênio na pintura.

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O chão estéril das certezas: uma tradução livre de Yehuda Amichai por Edney Cielici Dias

No terreno das certezas

Do terreno das certezas
não nos chegarão flores
na Primavera

O terreno das certezas
é batido e pisado
como um pátio

E apenas dúvidas e amores
revolvem esse solo
como toupeira, como arado

Assim será ouvido um murmúrio
onde havia uma casa
arrasada

Yehuda Amichai (Würzburg – Alemanha de Weimar, 1924 – Jerusalém – Israel, 2000) é o poeta israelense mais celebrado do século 20. Ele se alinha a intelectuais politicamente ativos em prol do pluralismo e da paz no Oriente Médio, como o escritor Amos Oz (1939-2018). A tradução acima se valeu de alguma liberdade para bem recriar a forte carga poética e filosófica do poema. Ela se baseia nas versões para o inglês, de Chana Bloch e Stephen Mitchell, e na para o português, de Moacir Amâncio.

Traduzida por Edney Cielici Dias, poeta devotado ao ofício da palavra, é doutor em ciência política, economista, jornalista, editor e autor do livro “Cartas da alteridade” (it.ly/4oqZ1bI).

Foto de Levi Meir Clancy (Unplash) tratada por Nii.

Thais Vellozo: Abstratos negros

Thais Vellozo nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, formou-se como artista plástica na Fundação Escola Guignard em 1988. Trabalhou como professora de desenho e criatividade na Galeria de Arte Gesto Grafico entre 1987 a 1991. Quando esteve na Itália produziu ilustrações publicitárias para o Stdio UP Immagnine e Communicazione, em Roma, nos anos de 1991 a 1992. Entre 1994 e 1996 de volta ao Brasil, em Belo Horizonte, trabalhou como professora de artes no Atelier Juçara Costa Expressões Artísticas. Em 1996 mudou-se para São Paulo, estudou História da Arte na Escola do Masp nos anos de 1998 a 2000 e, hoje ela permanece fazendo arte em São Paulo. Entre outras participou das seguintes exposições: III Salão do Humor / Salão do Candidato (Belo Horizonte/ MG), IX Encontro Culturale Italia – Brasile Cittá de Roma, Cidade Figurada / 452 anos da cidade de São Paulo, É Tudo Nosso / Circuito SP de Moda e Arte (Galeria Pontes/ SP), Mostra P / Obras em pequeno formato (Galeria Pontes/ SP) e Bicho (Galeria Pontes/ SP).

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De professora a artesã-estilista

Luiza Maria da Silva Matosinho, nascida em Campo Maior – Piauí, na qual viveu sua infância em uma fazenda chamada Velame, e lá além de apreciar a liberdade de um lugar amplo se divertia e em alguns casos se desentendia com os irmãos, mas logos já voltavam a brincar juntos e lá faziam suas travessuras e criações como roupas das suas bonecas, para poder se destacar no meio dos demais. Lá na sua cidade fez o ensino fundamental um e dois e trabalhou desde o seu quatorze anos até aos vinte em um lojão que vendia de tudo, até sapato para cachorro, brincava o seu patrão aos clientes. Depois veio em dois mil e seis para São Paulo. E aqui começou ver alguns cachorros de sapatinhos e lembrava-se do seu ex-patrão fazendo propaganda da sua loja aos clientes e hoje virou febre no bairro onde mora com lojas de cachorros por todos os lados e roupas com suas roupas bem estilosas. Seu primeiro trabalho em São Paulo foi como auxiliar de limpeza em uma faculdade, ela fazia com tanta dedicação o seu trabalho que o setor que era encaminhada não queriam que lhe tirasse de lá, mas outros mais também precisariam dos seus préstimos e carinho. Até que precisou de um lugar para morar e uma pessoa de um dos setores que limpava lhe perguntou se ela conhecia alguém para trabalhar em sua casa como doméstica, ela falou que tinha, ela que mesmo não tendo registro em carteira nesse ofício se fosse interessante ela iria, pois precisava de um lugar para morar, contou a sua história e terminou trabalhando para essa pessoa por cerca de dez anos. Nesse tempo terminou o ensino médio, fez faculdade de pedagogia na PUC-SP e também conheceu o seu atual esposo no bairro e terminaram casando-se e tendo um filho. Depois começou a trabalhar como estagiária em uma escola passando para auxiliar depois a professora, mas com uma crise de depressão que na época tinham muito preconceito, mesmo sendo muito querida pela dona da escola foi mandada embora, meses depois conseguiu ingressar em outra escola e trabalhou por volta de uns doze anos. Saiu por se sentir que não tinha mas energias para se dedicar a escola e as crianças como achava que devia fazer e no dia seguinte pediu demissão, mesmo tendo carinho com a escola e as crianças, sem se programar financeiramente sabia que iria ser um desafio quando as contas da casa começassem a chegar, mas começou a se dedicar em organizar a sua casa interna como a sua casa física, estudando o auto conhecimento, um marco na sua vida foi a pandemia que começou a se voltar para dentro, curando as suas dores emocionais que travavam a sua criatividade, e a sua abundância, mental, espiritual e material e passou até uma paixão em busca do seu propósito e essa paixão, começou a trazer esse afinamento, por um lado com a busca do DIVINO, foi conseguindo fazer essa limpeza interna como se descascasse uma cebola e aos pouco foi destravando e a sua criatividade foi se revelando. E além das pessoas lhe elogiarem por a sua aparência mais jovial, mais desenvolta e carismática com as pessoas que até então não era assim. E passou a amar mais a si e ao próximo, e percebendo isso foi sendo cada vez mais grata ao seu Deus e essa conexão deixou a mais esperta e corajosa e com entusiasmo de arrumar a sua casa física também que foi ficando mais harmoniosa, e começou a escrever, e se dedicar a algumas coisinhas para deixá-la mais feliz. Foi então que teve um aniversário de uma amiga de seu filho e estava em débito em um presente a outra que fez  em janeiro, ambas amigas e escolheu entre suas jóias duas para as jovens adolescentes. E pensou: e a embalagem? Sim eu vou criar e começou a escolha do material pensando na jovem e com o carinho e amor que sentia por ela, não foi tão difícil confeccionar uma linda embalagem em forma de bolsa. E já a segunda, também simples, mas teve mais detalhes.

E assim conseguiu criar seis, como um dos dedos ficou machucado por causa do atrito da tesoura, ela deu uma parada para cicatrizar o ferimento.

Ela sente que com a sua coleção, deixará o seu legado e contribuição a Terra, é pouco, pode até ser, o importante não é o tanto que faz, e sim fazer, deixando a sua criatividade a novos artistas e estilistas do mundo, não mais enterrando o seu talento. Como disse o astronauta que pisou na lua “Um pequeno passo para um homem, um grande salto para humanidade”. Ela diz mais: ”Uma pequena bolsa à uma adolescente é um grande salto, uma criação para uma estilista”. Ela fez vários investimentos em vendas com jóias de pratas e na perfumaria, vendendo uma das principais marcas do seu país, mas não alavancou.