Mauro Silper: Segmentações e Paisagem no Éter

Mauro Silper, artista plástico brasileiro, paisagista contemporâneo autoral, cuja pintura examina a dinâmica da natureza em sua grandiosidade, beleza e alcance em conexão com o ser humano. A poética visual de sua obra se conduz pelos elementos que compõem os cenários urbanos e naturais, conectados com o cotidiano e com o estilo agitado das cidades, convergindo para a relação ideal da humanidade com a natureza preservada. Sua temática pictórica é caracterizada pela presença das montanhosas, lagos e mares, remetendo às vivências nas metrópoles onde residiu. A paisagem em meio a arquiteturas urbanas fluídas e eterizadas é a identidade de sua pintura, na qual permeia toda a natureza, inserida em uma atmosfera de sublimidade, além de um profundo sentido espiritual.

Breve Trajetória Artística

Nos últimos 25 anos, as realizações artísticas englobam 15 exposições individuais, 52 exposições coletivas, 6 premiações, 6 feiras de arte internacionais, 2 bienais de arte contemporânea, presença em 16 livros/catálogos e uma fortuna crítica apoiada em aproximadamente 35 textos de críticos de arte e curadores.

As principais exposições individuais ocorreram no Centro Cultural Câmara dos Deputados (“Quietude Íntima”), Centro Cultural Vallourec (“Luminescências”), Galeria de Arte Beatriz Abi-Acl, representante do artista no Brasil (“Segmentações” e “Intracenas”), na Colorida Art Gallery, representante do artista em Portugal e França (“Mauro Silper – Pintura”), além de exposições coletivas no Museu de Artes e Ofícios e no Museu Inimá de Paula.

Foi agraciado com prêmio aquisição nas edições 2016 e 2018 da Bienal de Arte Contemporânea de Brasília, sendo as obras adquiridas incorporadas a coleção institucional da Pinacoteca do SESC, em nível nacional.
Possui ainda, inúmeros trabalhos em coleções particulares e institucionais, no país e no exterior, como a Fondation Danielle Mitterrand (França), Museu Câmara dos Deputados DF, Vallourec, Museu Histórico Abílio Barreto, entre outras.

Sobre sua obra escreveu Rogério Zola Santiago, mestre em Crítica de Arte pela Indiana University (USA): “O mago das cidades e da natureza mesclada – suavidade e luz permeiam a obra de Mauro Silper. Ele residiu em Nova York quando as Torres Gêmeas estavam sendo construídas, então internalizou o bailado de concretude das megalópoles em contraponto com o fato de que o ser humano, lá, pode se apequenar ou crescer forte.

Permanece o traçado etéreo, que deixa vislumbrar através de tons acrílicos e aguadas impressionantemente expressivas. O insinuado “devoramento” do humano pela paisagem não se concretiza, pois Mauro Silper pinta esperança na colocação filosófica grega do homem numa contextura que sugere a tênue posição na relação com o ambiente, na possibilidade do cataclismo, em suposta lassidão, mas, em implícita vitória. A Arte nos redime (universalmente) na compensação estética do caos sublimado em beleza no qual Silper se desloca, trafega, e nos leva, em abandono inexorável”. (2023)

Brasil – Belo Horizonte

Contatos:
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Mauro Silper Art Studio
Produtora do artista | Cristina Fonseca

João Alexandre Matosinho e Cia. Teatral Pequenos Grandes Atores: “O artista morre no final”

“Estamos chegando!! Em junho estreia “O artista morre no final”, novo espetáculo da Cia. Teatral Pequenos Grandes Atores.

De 9 a 25 de junho, sextas e sábados às 20h00 e domingos às 18h00, na Bibli-Aspa (Biblioteca Centro de Pesquisa da América do Sul, Países Árabes e África).

Os ingressos já estão à venda e custarão R$ 30,00 e o esquema será o mesmo da peça anterior “Fomos Covidados”:

  • A pessoa faz o pix para elisama.mack@gmail.com
  • Em seguida, envia o comprovante com a data escolhida e os nomes das pessoas para ciapga2019@gmail.com

Para ajudar famílias em situação de vulnerabilidade atendidas pela Bibli-Aspa, pedimos que cada espectador leve um item que possa ser doado. Aceitamos roupas, alimentos não perecíveis, produtos de higiene pessoal, leite, fraldas.

‘A família Borges Albermman está em luto. Perderam o grande talento da família. Ninguém imagina quem possa ter interrompido vida e carreira de uma pessoa tão bacana e inofensiva. O público é convidado a testemunhar a investigação, e tentar, junto ao detetive Pascoal, desvendar o mistério envolvendo esse crime silencioso e aparentemente sem pistas. Os suspeitos? Todos, inclusive você!’

🎭🙏🏻🍀🖤”

Danielli Guerreiro – Diretora

#teatro #teatrosp #ciapga #pequenosgrandesatores #teatroadolescente #bibliaspa #suspense #comédia #oartistamorrenofinal

Bibli-Aspa
Rua Baronesa de Itu, 639 – Santa Cecília, São Paulo – SP (Próximo ao Metrô Marechal)
Telefone: (11) 3667-6077

O blog Redescobrindo chega a 500 mil páginas visitadas

Passamos hoje a marca dos 500 mil acessos. O blog já tem 881 posts publicados, 250 comentários aprovados, um total de 41.112 visitantes e 30.284 visitantes únicos. “Redescobrindo” foi o título que dei para meu livro de poesia concluído em agosto de 2003 e que aqui já foi publicado na íntegra. Acima seguem algumas imagens postadas recentemente.

Muito obrigado pelas visitas e pelo prestigio.

Um abraço e voltem sempre,

Eduardo Matosinho

A arte de Dulce Martins

Nascida em Santos, em 1957, a artista plástica Dulce Martins tem nas lembranças de infância, nos temas folclóricos e na natureza os principais pontos de partida de sua relação plástica com o mundo. Por meio da pintura, estabelece conexões com a realidade, interpretando o que está à sua volta. Existe em suas imagens pureza, simplicidade e, como costuma ocorrer no gênero naïf, um denso mergulho nas próprias raízes. Situações vividas, vistas ou mesmo imaginadas ganham espaço como expressões de uma inteligência visual. As soluções visuais decorrem justamente dessas evocações. Um elemento importante no trabalho de Dulce está na maneira como suas obras atingem a universalidade. Um dos dilemas da arte está justamente em tornar o particular universal. Não é tarefa fácil, nem imediata. Também não se obtém com planejamento, mas sim com um progressivo fazer e amadurecimento da própria linguagem. Extrair dos próprios momentos uma linguagem coletiva traz elementos que parecem inexplicáveis. Pode-se pensar em temas ou imagens arquetípicas, mas também cabe apontar, simplificando sem ser simplista, que o mergulho cada vez mais aprimorado de Dulce em si mesma permite atingir o que há de mais profundo na alma humana.

A presença das máscaras no cotidiano é o motivo de reflexão desta obra de Dulce Martins. Natural de Santos, no litoral paulista, situa a cena na chamada Casa da Frontaria Azulejada, uma célebre obra arquitetônica local, construída em 1865 para residência e armazém do comendador português Manoel Joaquim Ferreira Netto (1808-1868). Desde 2007, o prédio passou a funcionar como espaço cultural, recebendo exposições, eventos beneficentes e espetáculos, além de ser cenário de filmagens de propagandas, novelas, minisséries e filmes. O local ocupa a centralidade do quadro e chama a nossa atenção desde o primeiro momento pela sua harmonia. O equilíbrio das cores, principalmente dos azuis, vermelhos e amarelos na fachada do edifício e nas roupas dos transeuntes, ajuda a criar uma atmosfera de solidez e segurança. Talvez seja isso que torne a obra tão fascinante, pois a temática é tratada com a sobriedade que merece, mas sem um clima trágico. Parece que Dulce Martins já consegue apontar para o amanhã. Trata-se de um espaço incerto em que a máscara, enquanto não houver vacina ou cura da pandemia, será onipresente. O melhor caminho é ver o objeto como companheiro. Mesmo que alguns se sintam incomodados, é um caminho que propicia a recondução para uma nova normalidade.

Texto de Oscar D’Ambrosio. Ele é jornalista pela USP, mestre em Artes Visuais pela Unesp, graduado em Letras (Português e Inglês) e doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e Gerente de Comunicação e Marketing da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Coordena o projeto @arteemtempodecoronavirus e é responsável pelo site www.oscardambrosio.com.br.

As obras da artista naïf Dulce Martins encontram-se à venda.

Contatos:
www.facebook.com/dulcemmspereira
www.instagram.com/dulcemmartins
dulcemmartins@hotmail.com
WhatsApp: (13) 9 9121-7123

Rossana Araújo: Novas fotos

Fotos: A de montanha e prédios foi tirada em Montserrat, Espanha; a do mar foi em Tenerife, ilha da Espanha e a do pássaro foi no castelo de Montijuic, Barcelona, Espanha.

Graduada em engenharia química, mestre e doutora em ciências farmacêuticas, tudo na Universidade de São Paulo – USP. Atualmente trabalha na Receita Federal em São Paulo, capital.

Contato:
rossanaaraujo@gmail.com

Em breve nova temporada teatral de João Alexandre Matosinho e a Cia. Teatral Pequenos Grandes Atores

Fotos de Douglas Piton Photo (@douglaspitonph) – Fotógrafo de eventos, casamentos e ensaios.

Contatos:
www.facebook.com/pitondouglas
www.instagram.com/douglaspitonph
WhatsApp: (11) 9 8375-2127

Veja mais sobre a Cia. Teatral Pequenos Grandes Atores em: www.instagram.com/pequenosgrandesatores

Leya Mira Brander: Gravuras em metal

Leya Mira Brander materializa possibilidades de interpretação quase infinitas sobre diversos acontecimentos do mundo e sua esfera pessoal nas suas gravuras. A partir da técnica de reprodução de séries de desenhos por meio de uma matriz, no caso, o metal, “Leya cria um mecanismo que permite uma infinidade de novos arranjos para um conjunto de imagens que também pode ser aumentado”, conta Fernanda Pitta. Pequenas variações no desenho da matriz metálica “compõem um universo extenso e, quem sabe, infinito”, diz. São imagens, palavras e sensações que se articulam e recombinam sem nunca se repetir e que “se diferenciam apenas pela quantidade que guardam de um de seus componentes”.

Leia mais: www.leyamirabrander.com.br

Galeria Gravura Brasileira
Rua Ásia, 219, Cerqueira César, São Paulo, SP – CEP: 05413-030

Segunda a sexta: 14h00 às 18h00 ou com hora marcada

Contatos:
contato@gravurabrasileira.com
Fone: (11) 3624-0301
WhatsApp: (11) 9 8258-9842
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