Obrigado por ser a pedra na qual às vezes tropeço.
Para aprender que após a queda é necessário se levantar.
Obrigado por ser o espinho que às vezes me fere para mostrar-me que na vida nem tudo são flores.
Obrigado por ser o amigo que sorri comigo quando estou feliz e nas brincadeiras divide comigo momentos de alegria.
Obrigado por ser esse alguém que na hora das minhas dúvidas, percebe minha tristeza e me recebe de braços abertos.
Obrigado por ser meu exemplo, meu herói e por implantar teu caráter em mim.
Obrigado por ser essa parte de mim que me faz sentir que estais presente aqui, obrigado por ser meu pai.
Costa Paula (Várzea Grande, Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 1957). Poema escrito para seu pai, Abílio Antunes da Costa, e me enviado por WhatsApp pelo autor por ocasião do Dia dos Pais de 2025