Ordenei, porque o pavio e o azeite se esgotaram
E gelados estão os canais do sangue,
Que o meu coração descontente retire a alegria
Da beleza extraída de um molde
De bronze ou que surja do mármore deslumbrante,
Que surja, mas quando partirmos que parta novamente
Sendo mais indiferente à nossa solidão
Que uma aparição. Ó coração, estamos velhos;
A beleza viva é para os homens mais novos:
Não podemos pagar o seu tributo de tímidas lágrimas.
William Butler Yeats, muitas vezes apenas designado por W.B. Yeats (Sandymount, Dublin, Irlanda, 13 de junho de 1865 — Roquebrune-Cap-Martin, França, 28 de janeiro de 1939). In “Os pássaros brancos e outros poemas”. Tradução de Maria de Lourdes Guimarães e Laureano Silveira. Lisboa, Portugal: Relógio D’Água Editores, 1993
Autor: ematosinho
Eduardo Matosinho tem 61 anos, nasceu em Ourinhos - SP em 1964 e é economista e sociólogo com bacharelados pela Universidade de São Paulo (USP). É casado com Luiza Maria da Silva Matosinho e com ela tem um filho de nome João Alexandre da Silva Matosinho. Mora em São Paulo e trabalha na Galeria Pontes, dedicada à arte popular brasileira contemporânea (https://www.galeriapontes.com.br/), onde já está há 18 anos. Sempre apreciou pintar e pesquisar sobre a história da arte e seus artistas. Começou a estudar artes plásticas em sua juventude vivida em sua cidade natal com o professor Francisco Claudio Granja (1976-1978). Em São Paulo estudou desenho e pintura em cursos ministrados em um Ateliê Livre por Valdir Sarubbi (1980–1983 e 1998–2000) e pintura com Selma Daffrè (2000-2003).
Ver todos posts por ematosinho