Eu tenho vontade de mudar meu caminho, mas para onde ir?

Decerto a que o meu destino impor.
Mas digo que o destino não esta ligado à vontade própria!
Pois então, minha vontade não mudaria minha vida?
Primeiramente devemos sabe qual o limite do homem em ir contra seu princípio, para depois podermos combater e escolhermos nosso próprio habitat atendendo às nossas necessidades de afeto, paisagem, clima e sociabilidade. Mas como não sabemos nem onde estamos propriamente dito, excluindo as determinações históricas ou convencionais, não podemos saber para onde ir e o que fazer, por isso é que deixamos a vida correr atribuindo situações boas a um santo e más a um opositor. Nosso princípio é esperar e mudar no que for possível, isso está muito ligado ao mero histórico em que nascemos. Nisso podemos chegar a conclusão que um homem não vale nada, mas um conjunto pode chegar a um modelo especial que terá significação capital para o destino de cada e do todo.
Glosando o mote: “A união faz a força”
Desde que seja bem organizada pelo tempo e pelo espaço e tenha algo que lidere e sirva como modelo de virtudes comprovadas e que possa animar a todos, e que ao mesmo tempo tenha o poder de eliminar a “exceção” dos todos. Não implica na posição que essa união possa tomar em uma sociedade, pois sempre terá grupos que irão combatê-las pelo fato de terem outro ponto de referência.

Autor: ematosinho

Eduardo Matosinho tem 61 anos, nasceu em Ourinhos - SP em 1964 e é economista e sociólogo com bacharelados pela Universidade de São Paulo (USP). É casado com Luiza Maria da Silva Matosinho e com ela tem um filho de nome João Alexandre da Silva Matosinho. Mora em São Paulo e trabalha na Galeria Pontes, dedicada à arte popular brasileira contemporânea (https://www.galeriapontes.com.br/), onde já está há 19 anos. Sempre apreciou pintar e pesquisar sobre a história da arte e seus artistas. Começou a estudar artes plásticas em sua juventude vivida em sua cidade natal com o professor Francisco Claudio Granja (1976-1978). Em São Paulo estudou desenho e pintura em cursos ministrados em um Ateliê Livre por Valdir Sarubbi (1980–1983 e 1998–2000) e pintura com Selma Daffrè (2000-2003).

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