Capim do Vale, vara de goiabeira na beira do rio
Paro para me benzer
Mãe d’Água sai um pouquinho desse seu leito ninho
Que eu tenho um carinho para lhe fazer
Pinheiros do Paraná
Que bom tê-los como areia no mar
Mangas do Pará, pitombeiras da Borborema
A Ema gemeu no tronco do Juremá
Cacique perdeu mas lutou que eu vi
Jari não é Deus mas acham que sim
Que fim levou o amor
Plantei um pé de fuló deu capim
Capim do Vale, vara de goiabeira na beira do rio
Paro para me benzer
Mãe d’Água sai um pouquinho desse seu leito ninho
Que eu tenho um carinho para lhe fazer
Pinheiros do Paraná
Que bom tê-los como areia no mar
Mangas do Pará, pitombeiras da Borborema
A Ema gemeu no tronco do Juremá
Cacique perdeu mas lutou que eu vi
Jari não é Deus mas acham que sim
Que fim levou o amor
Plantei um pé de fuló deu capim
Djavan (Maceió, Alagoas, 27 de janeiro de 1949). Essa música, lançada no icônico álbum “Luz” em 1982, é uma das canções mais celebradas desse artista. A crítica e o público destacam o contraste entre seus arranjos de inspiração norte-americana, assinados pelo mestre Moacir Santos, e a letra repleta de imagens regionais, metáforas sobre frustrações e as harmonias inconfundíveis do violão