Dia branco

Se você vier
Pro que der e vier
Comigo
Eu lhe prometo o Sol
Se hoje o Sol sair
Ou a chuva
Se a chuva cair

Se você vier
Até onde a gente chegar
Numa praça, na beira do mar
Num pedaço de qualquer lugar

Nesse dia branco
Se branco ele for
Esse tanto, esse canto de amor, oh
Se você quiser e vier
Pro que der e vier
Comigo

Se você vier
Pro que der e vier
Comigo
Eu lhe prometo o Sol
Se hoje o Sol sair
Ou a chuva
Se a chuva cair

Se você vier
Até onde a gente chegar
Numa praça, na beira do mar
Num pedaço de qualquer lugar

E nesse dia branco
Se branco ele for
Esse canto
Esse tão grande amor
Grande amor
Se você quiser e vier
Pro que der e vier
Comigo

Comigo
Comigo

Geraldo Azevedo (Petrolina, Pernambuco, 11 de janeiro de 1945) e Renato Rocha (Pernambuco, por volta de 1945). Essa música tem uma linda letra que fala sobre amor, companheirismo e promessas para qualquer momento, e a sua melodia foi inspirada pelo trabalho de George Harrison. Em 1981, no LP “Inclinações musicais”, da gravadora Ariola, essa música foi gravada por Geraldo Azevedo e tornou-se grande sucesso, e recebeu regravação de Maria Creuza, em 1991, no LP “Todo sentimento”, da Som Livre, e de Carlos Pita, em 1993, no LP “Dias de luz”, da Polydisc. Geraldo Azevedo é conhecido por ter feito importantes parcerias com Zé Ramalho, Alceu Valença e Elba Ramalho

Autor: ematosinho

Eduardo Matosinho tem 61 anos, nasceu em Ourinhos - SP em 1964 e é economista e sociólogo com bacharelados pela Universidade de São Paulo (USP). É casado com Luiza Maria da Silva Matosinho e com ela tem um filho de nome João Alexandre da Silva Matosinho. Mora em São Paulo e trabalha na Galeria Pontes, dedicada à arte popular brasileira contemporânea (https://www.galeriapontes.com.br/), onde já está há 19 anos. Sempre apreciou pintar e pesquisar sobre a história da arte e seus artistas. Começou a estudar artes plásticas em sua juventude vivida em sua cidade natal com o professor Francisco Claudio Granja (1976-1978). Em São Paulo estudou desenho e pintura em cursos ministrados em um Ateliê Livre por Valdir Sarubbi (1980–1983 e 1998–2000) e pintura com Selma Daffrè (2000-2003).

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