Teleco-Teco

Teleco-Teco
Sempre que ela passa
Num passinho ligeiro, teleco-teco
Lá vai ela no passinho ligeiro
Todo mundo diz teleco-teco
Meu Deus, quanta graça!
Mas logo, alguém diz teleco-teco
Que carinha fechada
Que não dá uma bola
Não ri pra piada
Não quer mesmo nada
Sempre que ela passa
Mas eu sei porque, teleco-teco
Ela só anda assim, teleco-teco
Num passinho brejeiro, tiquinho, trançado
É porque ela sabe que a conversa não dá resultado
De modo que guarda, muito bem guardado
Aquele teleco-teco todinho pra mim
Porque ela guarda aquele teleco-teco todinho pra mim

Vinicius de Moraes (Rio de Janeiro, 19 de outubro de 1913 – Rio de Janeiro, 9 de julho de 1980). Samba interpretado por João Nogueira (Rio de Janeiro, 12 de novembro de 1941 — Rio de Janeiro, 5 de junho de 2000)

Autor: ematosinho

Eduardo Matosinho tem 61 anos, nasceu em Ourinhos - SP em 1964 e é economista e sociólogo com bacharelados pela Universidade de São Paulo (USP). É casado com Luiza Maria da Silva Matosinho e com ela tem um filho de nome João Alexandre da Silva Matosinho. Mora em São Paulo e trabalha na Galeria Pontes, dedicada à arte popular brasileira contemporânea (https://www.galeriapontes.com.br/), onde já está há 19 anos. Sempre apreciou pintar e pesquisar sobre a história da arte e seus artistas. Começou a estudar artes plásticas em sua juventude vivida em sua cidade natal com o professor Francisco Claudio Granja (1976-1978). Em São Paulo estudou desenho e pintura em cursos ministrados em um Ateliê Livre por Valdir Sarubbi (1980–1983 e 1998–2000) e pintura com Selma Daffrè (2000-2003).

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