Frases de Jean-Paul Sartre
“Nunca se é homem enquanto se não encontra alguma coisa pela qual se estaria disposto a morrer”. In “A Idade da Razão”, 1945
“Não há necessidade de grelhas, o inferno são os outros”. In “Entre Quatro Paredes”, 1945
“Ser-se livre não é fazermos aquilo que queremos, mas querer-se aquilo que se pode”. In “O ser e o nada: ensaio de ontologia fenomenológica”, Rio de Janeiro, Ed. Vozes, 1997
“Cada homem deve inventar o seu caminho”. In “A Idade da Razão”, 1945
“O homem não é nada mais do que aquilo que faz a si próprio”. In “Entre Quatro Paredes”, 1945
“Não fazemos aquilo que queremos e, no entanto, somos responsáveis por aquilo que somos’. In “O Existencionalismo é um Humanismo”, 1946
Jean-Paul Sartre (Paris, França, 21 de junho de 1905 – Paris, França, 15 de abril de 1980)
Consagrando o pão e o vinho
Oração de Mãe Menininha
Ai, minha mãe, minha Mãe Menininha
Ai, minha mãe, Menininha do Gantois
Ai, minha mãe, minha Mãe Menininha
Ai, minha mãe, Menininha do Gantois
Ai, minha mãe, minha Mãe Menininha
Ai, minha mãe, Menininha do Gantois
Ai, minha mãe, minha Mãe Menininha
Ai, minha mãe, Menininha do Gantois
A estrela mais linda, hein
Tá no Gantois
E o sol mais brilhante, hein
Tá no Gantois
A beleza do mundo, hein
Tá no Gantois
E a mão da doçura, hein
Tá no Gantois
O consolo da gente, ai
Tá no Gantois
A Oxum mais bonita, hein
Tá no Gantois
Olorum que mandou essa filha de Oxum
Tomar conta da gente e de tudo cuidar
Olorum que mandou, ê, ô, ora, iê, iê, ô
Ora, iê, iê, ô, ora, iê, iê, ô
Olorum que mandou essa filha de Oxum
Tomar conta da gente e de tudo cuidar
Olorum que mandou, ê, ô, ora, iê, iê, ô
Ora, iê, iê, ô, ora, iê, iê, ô
Ai, minha mãe, minha Mãe Menininha
Ai, minha mãe, Menininha do Gantois
Ai, minha mãe, minha Mãe Menininha
Ai, minha mãe, Menininha do Gantois
Ai, minha mãe, minha Mãe Menininha
Ai, minha mãe, Menininha do Gantois
Ai, minha mãe, minha Mãe Menininha
Ai, minha mãe, Menininha do Gantois
Ai, minha mãe, minha Mãe Menininha…
Dorival Caymmi (Salvador, 30 de abril de 1914 – Rio de Janeiro, 16 de agosto de 2008)
Rolls-Royce 1
esses trigênios’ vocalistas
/ que idéia é essa de querer plantar
ideogramas no nosso quintal
(sem nenhum laranjal Oswald)?
e (Mário) desmanchar
a comidinha das crianças?
poesia pois é
poesia
te detestam
lumpenproletária
voluptuária
vigária
elitista piranha do lixo
porque não tens mensagem
e teu conteúdo é tua forma
e porque és feita de palavras
e não sabes contar nenhuma estória
e por isso és poesia
como Cage dizia
ou como
há pouco
augusto
o augusto:
que a flor flore
o colibri colibrisa
e a poesia poesia
Haroldo de Campos (São Paulo, 19 de agosto de 1929 — São Paulo, 16 de agosto de 2003). In “A educação dos cinco sentidos”. São Paulo: Brasiliense, 1985
Esboços
Eu me Ensinei: Narrativas da criatividade popular brasileira
Em ‘Eu me ensinei’, os artistas são todos autodidatas, mestres de um saber primoroso e intuitivo. A mais pura arte popular brasileira. Escrito com base em mais de cem entrevistas com artistas populares feitas ao longo de anos. Percorrendo diferentes estados brasileiros coletando documentação fotográfica, este livro é um panorama animador que mostra que a arte popular está viva e em constante renovação.
Edna Matosinho de Pontes (Autora)
Amazon.com, Inc. (Link ao lado e texto acima da divulgação feita pelo pessoal da Amazon)
Vídeo do livro “Eu me ensinei”, com Edna Matosinho de Pontes comentando: https://www.youtube.com/shorts/BahktAiR45A
Nesse vídeo Edna conta um pouco do processo criativo desse livro bilíngue, português – inglês, que lançou em 2017 e que tem 463 páginas, é composto por narrativas de 78 artistas populares do Norte, Nordeste, Centro e Sudeste do país e é ricamente ilustrado com fotos de obras de todos esses artistas.
Em uma entrevista ao jornal mineiro “O tempo” ela conta que seu livro é baseado em pesquisas e em narrativas de artistas com os quais conversou principalmente em 2014, mas algumas entrevistas foram feitas depois disso. E que decidiu trabalhar na produção do livro fazendo uma junção do seu interesse por arte popular com a bagagem profissional que tinha, a partir de toda sua experiência como pesquisadora.
Ainda restam alguns poucos exemplares. Ele pode ser solicitado junto à Galeria Pontes por e-mail (galeria@galeriapontes.com.br) ou por telefone (11 3237-0436 ou 11 9 9781-4370 – WhatsApp).
Transparente
Com sua luz querida
Com sua luz querida
o sol clareia do dia,
e o poder do espírito,
que brilha em minha alma,
dá força aos meus membros.
No brilho da luz do sol, oh Deus,
venero a força humana
que tu, bondosamente,
plantaste em minha alma.
Para que eu possa estar
ansioso em trabalhar.
Para que eu possa ter
desejo de aprender.
De Ti, vem luz e força.
Para Ti refluem
amor e gratidão.
Rudolf Steiner (Kraljevec, fronteira austro-húngara, 27 de fevereiro de 1861 — Dornach, Suíça, 30 de março de 1925)